sábado, 25 de março de 2017

Novos projetos

Esse blog anda bastante inativo, mas ainda existe. Nos últimos anos pouco ou nada tenho postado por diversos fatores que me impedem de escrever (falta de interesse é um deles).

Entretanto, comecei recentemente um novo projeto, que não exclui de nenhuma forma este espaço. Estou falando do Viagenzíneas, onde eu e minha esposa publicamos relatos e fotos sobre as nossas viagens.

Pra falar a verdade, esse novo blog até colaborou para dar um ressuscitada neste aqui, tanto que estou publicando esse texto.

O tema viagens gerou, em outras épocas, algumas postagens neste espaço (como esta, em Porto Alegre, ou esta, em Montevidéu). Algumas postagens eram simplesmente informando que eu estava em uma determinada cidade (como esta aqui).

Viajar sempre foi uma das minhas atividades favoritas e escrever sempre foi algo que me agradou muito. Decidimos então criar o referido site em conjunto para escrevermos sobre isso.

Recomendo fortemente a visita.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Sonhos do Éd #36 - O livro que foi ao infinito

Clareava o dia, temperatura agradável. Saí para o pátio da minha antiga residência, com o livro A Arte da Meditação, de Daniel Goleman. 



No sonho, era uma edição com capa dura, maior do que o livro que realmente tenho, que é uma versão de bolso.

Com o livro em mãos, no meio do pátio, grito: "Budaaaaaaaaaaaaaaa...." e jogo o livro para o céu. 

O livro sobre, sobe, sobe... E desaparece no infinito.

Após, fiz uma dedicação de méritos (algo como uma oração para que todos os seres sencientes encontrem felicidade e se libertem do sofrimento) e acordei.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

sábado, 6 de dezembro de 2014

Sonhos do Éd #35 - Cilada

Eu estava indo trabalhar em uma Eco Sport cinza que havia comprado há uma semana. Manobrando em uma rua, quase caio na sarjeta, que era funda. Graças ao potente motor, saio sem maiores dificuldades. Logo atrás de mim, vejo uma mulher em apuros com o carro. Ofereço ajuda.

Não lembro qual o problema tinha o carro dela, mas ela revelou que estava indo fazer uma determinada tarefa e me perguntou onde deveria ir. E a tal tarefa, era exatamente a minha função profissional. Digo para ela algo como: "É ali que tu tem que ir [há uma quadra do local onde estávamos]. Sou eu mesmo que vou fazer isso pra ti".

No sonho, Uruguaiana era bastante pequena. Um lugar onde todos se conheciam. A tal mulher era uma forasteira e tinha se identificado como médica do Exército.

Corta. Chego na casa de minha mãe, em Porto Alegre. Mas eu não estava indo trabalhar?  E em Uruguaiana? Pois é, meus sonhos têm falhas terríveis no enredo.

Passo pelo corredor da entrada do apartamento e encontro aquela mulher na sala. Acho estranho. Volto até a entrada, procurando por algum morador da casa. Vejo minha mãe no tanque, lavando roupas. Volto para a sala, para saber como e por que a mulher tinha entrado na residência de minha mãe. Ela não está na sala. Sigo a procurando. Vou até o quarto e ela está pelada na cama, coberta por um lençol.

Atraente.Constrangedor. Embaraçoso. O que afinal está acontecendo?

Imediatamente algo é revelado no sonho. Minha namorada está a caminho, pois havíamos combinado de se encontrar na casa de minha mãe.

Em uma fração de segundo, entendo tudo. Era uma cilada. Armaram pra mim.

Eu digo:

-Então era isso que vocês queriam ?  Vocês vão ver só! (Em tempo: não sei quem são "vocês")

E pulo pela janela, em um mergulho quase artístico. Minha genitora mora no terceiro andar. Porém, antes de chegar ao chão, começo a flutuar e inicio uma subida, cantando a música tema do filme "Top Gun": Take My Breath Away  (na verdade, a música toca em seu áudio original, como trilha sonora do sonho).

Ao passar pela janela de onde pulei, a mulher está lá, me xingando, agora com sua forma real: uma espécie de Pomba Gira.

Sigo subindo, agora em forma de espírito. Ao me elevar acima do prédio, já estou entrando em um estádio (tipo esse), lotado de espíritos de pessoas vivas que estavam dormindo naquele momento e foram prestigiar minha performance musical.

A música ainda toca. De repente, estou em tamanho gigante (umas 10 vezes maior do que sou) e a trilha muda para Michael Jackson. Estou flutuando no meio do estádio e um pouco acima. Começo a cantar Billie Jean.

Então, o auge: começo a dançar Moonwalk, ainda flutuando. Estou arrasando.

Acordo, esboçando um leve sorriso. Minha noite foi demais.

Sonhado no mês de Novembro de 2014.

domingo, 7 de setembro de 2014

His(Es)tórias do Éd #8 - Qual o preço da sua honestidade ?

Recentemente, completaram 4 meses que meu pai faleceu. Na verdade eu não queria escrever sobre isso, pois até onde eu lembro, não escrevi sobre ele enquanto esteve vivo.

Entretanto, posto aqui um dos grandes ensinamentos que ele me deixou.

Foi pelos idos de 1995, em Porto Alegre. Contava eu com poucos(bem poucos) anos de idade. Fizemos compras em um mercadinho perto da casa dele. Faltou um valor relativamente irrisório (R$ 0,15 ou  R$1,15), que o comerciante permitiu que fossem pagos posteriormente. Vale ressaltar que a quantia valia bem mais naqueles princípios de Plano Real.

Quando chegamos em casa, eu falei que não precisaríamos mais pagar, pois já tínhamos levado as compras. Meu pai então respondeu que não, pois se fizéssemos isso, as pessoas perderiam a confiança na gente.

Naquele momento, com minha pouca idade, aprendi que aquela "esperteza" que eu cogitei não valia a economia daquele ato e me senti envergonhado por ter pensado em tal coisa. Imediatamente "criei um valor", pois a minha ideia, na época, não era desonestidade, mas sim a ausência de uma experiência semelhante que fosse significativa (Tabula Rasa ?), ou simplesmente "inocência de criança". Por mais que eu tivesse consciência que não pagar uma dívida fosse errado, eu não tinha experimentado até então a situação na prática, nunca tinha refletido sobre o assunto de maneira empírica.

Meu pai sempre foi muito didático, e a forma polida e instrutiva como ele colocou em questão a sua forma de pensar, me levou a concluir de que ele estava certo (e realmente estava).

Essa experiência foi tão significativa que "ser uma pessoa em quem as pessoas possam confiar" tornou-se algo que sempre busquei em minha vida, e talvez tenha influenciado algumas escolhas que fiz na vida.

Não tenho na lembrança o momento em que meu pai pagou a pendência (eu não devia estar junto,ou não lembro mesmo), mas creio que a diferença tenha sido quitada.

Este fato tomou maior relevância ainda quando, algum tempo após, outra pessoa da família me mandou comprar uma caixa de chá preto no bolicho, com uma moeda de 50 centavos. Chegando no armazém, o preço era R$ 0,55. O bolicheiro deixou eu levar o chá e disse para eu levar depois a diferença. Após entregue o chá para a pessoa que solicitou, fui xingado por querer ir ao local saldar a dívida...

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Bad Twin, uma breve análise do livro

Concluí a leitura de “Bad Twin”, escrito por Gary Troup (personagem de Lost). 

Resumidamente, o livro mostra a história de Paul Artisan, um detetive particular sem muitas pretensões, cuidando de casos menores, até o dia em que o poderoso Cliff Widmore o procura para achar seu irmão gêmeo Zander, desaparecido.

O livro em questão me surpreendeu. Por se tratar de um livro em que o próprio autor é ficcional, esperava alguma coisa como que escrita às pressas. Não que “Bad Twin” seja algo que possamos chamar de um clássico da literatura, mas ele pode nos render um bom entretenimento como, por exemplo, um filme policial no “Domingo Maior”. 


O enredo eu diria que é cativante, me prendeu ao livro e me deixou curioso para saber o próximo passo e quem, afinal, estava por trás dessa trama toda. 

O personagem de Manny Weissman, melhor amigo de Paul Artisan e com quem ele compartilha a guarda de um cão Labrador idoso, faz referências literárias ao longo do livro, de forma que nos inspira a querer ler as obras referenciadas (principalmente as de detetive). 

Pude notar, também, algumas referências ao seriado Lost (como a refeição no Mr. Clucks, os números e a aeromoça Cindy). Nada mais natural, pois foi na série que o livro surgiu. Não pude deixar de lembrar do detetive Ed Mort, personagem criado por Luis Fernando Veríssimo, quando Artisan é informado por uma colega que Cliff o contratou por achar justamente que o detetive não conseguiria localizar Zander.

Bad Twin é portanto, uma boa história de suspense no estilo policial-detetive. Troup vai deixá-lo preso ao papel e você vai querer saber o mais rápido possível como será o fim dessa misteriosa jornada. 

Recomendo a leitura.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Bad Twin

Recentemente terminei de assistir o seriado Lost. Desde a primeira temporada, a série me despertou a atenção, com os seus mistérios e características inovadoras. Por motivos diversos, só fui começar a assistir a série lá por 2007, vindo a terminar de assistir tudo agora em 2014.

Confesso que a sexta temporada foi abaixo do que eu esperava, e o episódio final apenas confirmou isso. Entretanto, não creio que isso tenha comprometido a série como um todo, pois penso que a viagem em si conta tanto quanto o destino.

Tanto não comprometeu (para mim) que comprei o livro "Bad Twin" de Gary Troup.

Este livro na  verdade é relacionado com o seriado, pois na ficção, Troup era um dos passageiros do voo 815 da Oceanic, tendo morrido no acidente,sem aparecer nas telas. Porém, o manuscrito do seu livro sobreviveu à queda e aparece sendo lido em alguns episódios.

Após ler o livro, escreverei algo sobre, se valer a pena.