quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Mais um título !!!

Acabei de ser campeão do torneio AUTO-OPEN 673, no site Queen Alice, onde tenho jogado algumas partidas de xadrez. Consegui o feito após 12 cansativas partidas e apenas uma derrota. Neste torneio, consegui superar indianos, alemães, ingleses e alguns brasileiros. Para quem gosta de jogar xadrez, vai aqui a minha sugestão:

O Mundo de Sofia

Comecei a ler ontem "O Mundo de Sofia" de Jostein Gaarder. O livro me parece ser muito bom, e a considerar pela opinião das pessoas que já o leram, essa minha impressão será confirmada. Desnecessário dizer que escreverei um texto sobre o livro, após concluir a leitura.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Vice-Campeões !!!!!

Findou o torneio. Fomos vice-campeões. Inacreditável. Nós, que éramos um dos times mais desacreditados do torneio. No início, empatamos com os calculistas acadêmicos de matemática (3 a 3). Sucumbimos ante os craques de Educação Física no segundo jogo (por 7 a 2).
Então, começa a reação. Com a nossa fúria revolucionária e apetite leonino, goleamos os acadêmicos de Veterinária. Superamos os acadêmicos de Direito nas quartas-de-final.
Veio a semi-final. Enfrentamos os formandos de Ed. Física. Mais uma vez tivemos que chamar o Leão dentro de nós. Um jogo dramático. Uma pressão quase insuportável. Mas resistimos bravamente. 4 a 2 no placar final. Inacreditável, mas chegamos às finais.
Porém, não nos foi possível sermos campeões. Fomos vice-campeões, merecidamente. Lutamos até a última gota de suor. Bravamente, terminamos em pé, buscando o jogo até o último segundo.
Foi um simples torneio universitário de Futsal. Mas também foi uma lição de vida. União, amizade, superação, planejamento, persistência. Concentração, auto-confiança. Simplicidade.
Tudo isso, a partir de um incocente jogo de Futebol de Salão. Foi possível perceber, na prática, que é possível superar as nossas próprias limitações.
A verdadeira revolução, deve começar dentro de nós mesmos. Nós, os Leões Históricos, já começamos.

domingo, 26 de outubro de 2008

Uma segunda qualquer...

"I firmly believe that any man's finest hour--his greatest fulfillment to all he holds dear...is that moment when he has worked his heart out in a good cause and lies exhausted on the field of battle--victorious." "Eu acredito sinceramente, que o ponto mais alto da vida de um homem, a sua grande plenitude para tudo aquilo à aquele se agarra, é quando ele dá o sangue por uma causa...e está caído no campo de batalha, exausto - vitorioso." Any Given Sunday (Um domingo qualquer) Esse foi o comentário que o meu amigo Ibrahim deixou no post anterior. Eu não assisti o filme, apenas li algumas sinopses a respeito do mesmo. Mas a frase é maravilhosa. Amanhã será uma grande noite para os acadêmicos de História. Jogaremos a semi-final dos Jogos Marcelino Champagnat, na categoria de Futsal. Eu acredito que nós vamos sair vitoriosos amanhã. Independentemente do resultado pois daremos o nosso sangue por uma causa. E essa causa é dar o melhor de nós. Não somos os melhores, mas jogamos da melhor forma possível.

sábado, 25 de outubro de 2008

Somos Leões !!! Leões Históricos !!!

Estamos na Semi-final !!! Tivemos um jogo bastante disputado com os acadêmicos de Direito, nas quartas-de-final, mas estes acabaram por sucumbir ao furor revolucionário dos acadêmicos de História. Ganhamos por 4 a 3, com direito a gol deste que vos escreve. Alguns integrantes do time adversário reclamaram da arbitragem (não muito claramente), porém, embora eu seja suspeito para falar, não vi maiores problemas na arbitragem, que se cometeu erros, foram em favor de ambas as partes. Segunda-feira, disputaremos a semi-final com um dos times de Ed. Física, onde mais uma vez seremos os azarões. Porém, com a nossa garra e vibração, enfrentaremos os nossos oponentes. Entraremos para vencer. Não fugiremos da batalha. Porém, não vamos colocar desculpas para uma eventual (e provável) derrota. Daremos o nosso melhor. E para sermos vencidos, terão de ser melhores que nós. Melhores que os "Leões Históricos".

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Jogo "histórico"

Futebol nunca foi o meu esporte. Muito menos Futsal (são esportes diferentes). Mas mesmo assim, me inscrevi para representar a turma de História nos Jogos Champagnat, que está sendo realizado no Ginásio do Campus 2 da PUCRS. No nosso primeiro jogo, empatamos em 3 a 3 com o curso de matemática. Foi um jogo difícil, pois os adversários eram muito calculistas :D ... Já no segundo, não foi possível superar a melhor técnica dos estudantes de Educação Física: Perdemos por 7 a 2. Porém, ontem , quem estava no ginásio viu o primeiro jogo da noite. Viram 5 homens em quadra, no time de Veterinária. E viram também 5 Leões no time de história. Jogamos e não deixamos jogar. Mostramos toda a nossa fúria revolucionária, apesar das nossas (minhas principalmente) limitações. Combatemos o tempo inteiro. Todo o time está de parabéns. Posso dizer que foi um jogo histórico :) ...

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Sexta-feira !!!

Puta-que pariu... olha só como passa o tempo... Amanhã já é sexta de novo !! A gente nem percebe o tempo passar. Há alguns anos, o Natal demorava um tempão pra chegar. Hoje em dia, chega bem rapidinho. As sextas-feiras se sucedem cada vez mais rápidas. Imparáveis. Implacáveis. E eu aqui, perdendo tempo...

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Corrida insana

Alguém aí já se perguntou o que gostaria de fazer ? Não aquela promoção, ou aquele emprego novo onde se ganha mais. O que você queria fazer relamente. Que atividade realmente te satisfaria. Quanto tempo temos para fazer o que realmente gostamos ?
Claro, não é tão simples assim. Precisamos trabalhar. Precisamos do dinheiro. Precisamos consumir. Mas o que é realmente necessário ? Tudo o que consumimos é necessário ? É necessário viver todos os dias no "piloto automático", sem problematizar o nosso cotidiano ?
Tem um filme que eu adoro, "Um Dia de Fúria", com o Michael Douglas. Se percebe bem nesse filme, que o personagem dele entra em parafuso com a rotina automática do dia-a-dia. Ele começa a refletir sobre certas coisas que geralmente as pessoas não refletem, ou seja, ele "sai do sistema" e começa a ver as coisas de outro jeito. Em outro post volto a falar desse filme.
Não quero propor nada com esse texto. Ele é despretensioso. Eu gosto do capitalismo. Gosto das liberdades que eu tenho. Porém, não gosto dessa escravidão do consumo, dessa alienação a que somos submetidos. Tampouco gosto dessa corrida insana na busca pelo dinheiro e do individualismo exacerbado dos nossos dias.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Obrigado, Ibrahim !!!!

Esses dias eu estava, como de costume, matando aula na biblioteca, e lá estava o meu amigo Ibrahim, andando entre as prateleiras (matando aula tb). Ambos nós os dois estávamos procurando algo pra ler, sem nenhuma idéia pré-definida em mente.
Foi então (e aqui vai o meu sincero muito obrigado) que Ibrahim me indicou um livro que de certa forma mudou a minha vida. O DIA DO CURINGA (de Jostein Gaarder). Eu nunca mais serei o mesmo depois da leitura deste livro. Os motivos colocarei em um post vindouro. Por ora, apenas me aterei em comentar o livro.
O livro, magistralmente escrito por Gaarder (de O Mundo de Sofia), tanto pode ser uma leitura agradável para um adulto quanto para um adolescente, devido a sua linguagem acessível. Além de ter essa escrita agradável, é excelente para (nós leigos) filosofarmos um pouco.
O tema central do livro é a alienação, o quanto faltam "curingas" (as pessoas que gostam e não têm preguiça de pensar) na nossa sociedade. Enquanto isso, as outras "cartas" do "baralho" vão vivendo suas vidas mecânicamente, sem se perguntarem o que realmente está acontecendo ao seu redor. Esses temas todos se entrelaçam numa jornada, composta por várias viagens, empreendida por Hans-Thomas , o menino norueguês protagonista do livro, e seu pai, um "filósofo amador" que partem em busca da mulher que os abandonou 8 anos antes.

domingo, 12 de outubro de 2008

Natal chegando

Dois meses e meio para o Natal... mais um ano que vai chegando ao fim... E final de ano combina, e muito, com reflexões.
Andei pensando... meus natais, já há algum tempo (desde que o antigo bom velhinho se tornou um baita dum filho-da-puta) não são mais os mesmos. Explico: Na época de Natal o fim do ano vem se aproximando, e eu não tenho idéia do que vai vir pela frente.
Muito de minhas incertezas vêm do meu recente hábito de não planejar nada (ou quase nada). Traçar metas e realizá-las não significa felicidade. Às vezes é justamente o contrário. No momento em que traçamos planos e ficamos firmes nesse objetivo, a gente está praticamente descartando o fator "acaso" do nosso futuro. E o acaso, muitas vezes, nos traz supresas que sequer imaginávamos, boas ou ruins. Mas os acasos ruins a gente descarta, se possível.
O fato de ficarmos firmes e inflexíveis em nossos objetivos (ou sonhos) , de certa forma nos aliena, e nos venda para a realidade, para o enigma que é o existir. A busca pelos nossos "sonhos" não nos dá tempo de pensarmos sobre a vida, sobre o que realmente importa, sobre o que realmente é necessário. A gente vai pensando em trabalhar mais, produzir mais, consumir mais. Se divertir menos, pensar menos, se preocupar com a realidade menos...
Acho que era mais ou menos isso que eu queria falar hoje.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Prática de Ensino - Impressões I

Estou quase no fim da Prática de Ensino deste semestre. Já fui inclusive observado. Eu ainda lembro que havia prometido postar os textos que trabalhei em sala de aula (até agora, todos são de minha autoria), mas realmente não tenho tido muito tempo pra postar esses textos, devido ao fato de eles precisarem de comentários extras. Mas não estou aqui hoje para postar os textos prometidos, nem pra justificar a ausência dos mesmos. O motivo deste "post" é publicar algumas impressões deste estágio. A primeira impressão (e a única que eu vou publicar hoje) é a de que eu não sou um bom professor. Talvez algum dia venha a ser. Talvez eu nem venha a ser professor no futuro... Mas o fato é que neste momento, no presente (que é o único tempo que existe), eu não sou um bom professor. Não consigo fazer uma aula atrativa para a maioria dos alunos. Não consigo inserir na aula os desinteressados da turma. Não sei desenvolver habilidades. Enfim, sou uma bosta como professor. Tenho procurado meios de fazer umas aulas mais legais, mas nenhuma deu certo... Só dou aquelas aulas expositivas, que em pouco tempo já estão "batidas", manjadas pelos alunos. Eu descobri que como professor, eu sou um pão-com-mortadela. Mas é muito legal trabalhar em educação.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Problemas no PC...

Devido a problemas no PC, perdi várias fotos e documentos que tinha na minha pasta... :( Talvez eu fique uns dias sem postar nada...

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Dois anos de Boxe !!!!

Completei, nesta segunda-feira (6 de Outubro) dois anos de Boxe. Tal fato, como era de se esperar, me fez refletir, comparar e avaliar esses últimos dois anos. Enquanto escrevo estas linhas, me passa em flashes momentos que vivi nestes dois anos de competições e vivências. Claro, nem todos os flashes são relativos ao boxe, mas as lembranças que o boxe me traz serão para a vida inteira. Com o boxe aprendi o valor da persistência, entre outras coisas abstratas, e tive uma melhora incrível no preparo físico e na minha saúde entre outras coisas concretas. Posso dividir a minha vida em antes do boxe e depois do boxe. Nestes dois últimos anos, tive vários momentos difíceis. A maneira como eu fui lidando com esses momentos foi pugilística: enfrentando quando preciso, fugindo se necessário ou apelando para um “clinch” se inevitável. Mesmo que eu decida parar de lutar no momento seguinte a publicação deste texto, nunca vou deixar de ver a vida com esse olho boxístico. Para encerrar: Eu posso não ter conseguido ser um bom boxeador, mas só pelo fato de conhecer as pessoas que eu conheci no meio pugilístico , já valeu a pena o esforço.

domingo, 5 de outubro de 2008

Eu Sou a Lenda

Assisti neste sábado (04/10/2008), após voltar de uma sessão de treino com pesos, o filme Eu Sou a Lenda, com Will Smith. Eu gostei do filme. Adoro filmes sobre dizimação da humanidade. Filmes desse tipo me fazem refletir. E refletir, no meu caso, sempre é bom. Quer dizer, nem sempre, mas geralmente é bom. Pra começo de conversa, o filme todo bem poderia ter sido só um sonho, ou um delírio do Cel. Robert Neville (Will Smith). Ou mesmo da brasileira Anna (interpretada pela brasileira Alice Braga). Posso voltar a falar dessa linha de raciocínio em um post vindouro, pois ele não fica muito de acordo com o que quero escrever agora. Eu encaro o filme como uma crítica em relação a nossa sociedade escrava do consumo. Logo no início do filme, Neville e sua linda cadela Sam estão caçando cervos, numa Nova York praticamente tomada pelo mato. Logo um dos cervos é atacado por uma leoa, nos mostrando que o Ser Humano é só mais um animal neste mundo (embora tenha o cérebro desenvolvido e polegar opositor :D). A visível perturbação emocional de Robert, vista nas conversas dele com os manequins na loja de DVDs, simbolizam as perturbações psicológicas cada vez maiores nas metrópoles, além do stress e do isolamento. Falando em isolamento, o filme nos mostra, de uma forma diferenciada, o quanto as pessoas estão, paradoxalmente, ficando mais solitárias nas grandes cidades. Um fato digno de nota é a respeito do protagonista, Robert Neville. Ele é um Coronel do Exercito americano, envolvido com pesquisas visando à cura do vírus que dizimou, aparentemente, toda a humanidade. O fato de um militar estar nesta função, faz supor que as forças armadas americanas estariam tentando desenvolver algum tipo de arma biológica a partir do citado vírus. E armas biológicas estão diretamente ligadas com busca de poder. Poder que é loucamente perseguido nessa nossa sociedade. E as pessoas tentam sacia-lo com consumo, um desmedido consumo. Uma corrida maluca, desenfreada, egoísta, onde o Eu é o centro de tudo. Talvez a gente não seja dizimado por um vírus letal, mas sufocados pelo lixo que produzimos.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

O Dia do Curinga

Estou lendo o excelente (até a parte em que eu li) livro de Jostein Gaarder, intituldo O Dia do Curinga. É um livro que nos leva a refletir, filosofar. E de uma maneira bem simples e acessível ! Volto para postar uma resenha sobre o livro.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Prática

Ainda estou desenvolvendo as atividades de Prática de Ensino, conforme eu tinha postado em outro dia. Na próxima quarta-feira (08/10) serei avaliado enquanto ministro aula. Ainda não preparei a aula desse dia, embora tenha todo o conteúdo fichado. A partir dessa semana, começo a postar os textos (de minha autoria) que estou trabalhando em sala de aula. Ah, estava esquecendo... É MUITO LEGAL TRABALHAR EM EDUCAÇÃO !!!