sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Último Post de 2010 - As Falsidades de Fim-de-Ano

Últimos minutos de 2010. Mais um ano se foi. Saí um pouco mais cedo do trabalho e resolvi escrever o último post deste ano.

Choveram mensagens de Natal e Fim-de-Ano, a maioria com aquela falsidade característica dessa época do ano. Tem uns filhos-das-putas que ficam o ano todo sem mandar nenhuma mensagem, e no mês de Dezembro começam a mandar aquelas mensagens automáticas cheias de falsidade.

Pior ainda são aqueles que te encontram pessoalmente e forçam um sorriso falso e desejam as melhores coisas do mundo.

VÃO TOMAR NO CÚ VOCÊS TUDO !

Esse tipo de gente tem a mente feita pelos especiais de fim de ano da Globo, e comemoram a arrecadação no Criança Esperança.

Volto ano que vem, aprofundando este tema.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Sonhos do Éd #19 - O programa diabólico

Estava eu em uma cidade estranha, parecida com a descrição de cidades nos Planos Astrais que já li em alguns lugares. Me encontrava hospedado em um hotel, aparentemente.

Na TV, estava passando um programa com uma imagem parecida com a do Fantástico dos anos 70 (talvez porque fosse uma daquelas TVs de madeira, antigas). Duas senhoras dizem, neste programa que irão trazer o Diabo à Terra. Uma das velhas era um baixinha e meio gorda, a outra era a Glória Menezes, que por algum motivo chamava-se (salvo engano meu) Eva Menezes. Para trazê-lo, elas precisariam desaparecer e reaparecer 10 vezes. Minha avó aparece então no sonho (uns 20 anos remoçada), e diz que o ritual não vai dar certo. A vó (N) estava num plano intermediário entre o meu quarto e o auditório onde estava sendo gravado o diabólico programa. 

As duas anciãs começam, então, a desaparecer e reaparecer (basicamente ficava a imagem delas piscando). Na terceira piscada, a gordinha desiste. A outra segue tentando. Eu me desespero e tento impedir com o poder do pensamento que a Glória Menezes prossiga no seu intento. Porém, ela consegue as 10 desaparições, e após uma fração de segundo de mistério, apareçe em letras vermelhas (como se fosse escrito com sangue) que o Diabo não tinha conseguido vir à Terra (apareceu uma mensagem tipo "Saldo de Diabo na Terra: 0"). Minha Vó fala braba que sabia que a Eva Menezes não iria conseguir, e invade o auditório através da minha TV, apontando o dedo para a véia e xingando ela.

Neste momento, faz um "puf" (tipo o Shao Kahn quando perde no MK2 e vai alternando os cenários) e iniciam as manchetes do Jornal do Almoço, com a Cristina Ranzolin de óculos escuros e com tintura prata, igual a do Fred Mercury Prateado, anunciando que o Diabo não conseguiu vir à Terra, mas haviam diversas fotos pelo mundo com supostos registros da sua passagem.

O sonho terminou com uma das fotos anunciadas, em que um vulto vagamente humano cobria a imagem da Lua.

Impressões do Dia #1

Hoje pude expressar algo que sentia há tempos:

A chuva em Porto Alegre tem um cheiro cinza.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Sonhos do Éd #18 - Faroeste com Antônio Fagundes







Este sonho foi sonhado no ano de 2007, muito provavelmente no segundo semestre. Eu nunca anotei esse sonho, e nem me lembraria dele se não fosse um cara que volta e meia comenta esse sonho (falei com o mesmo sobre o sonho, no mesmo dia em que foi sonhado). Esse cara, que não vou citar o nome aqui, nunca falou abertamente, mas já deixou subliminarmente entendido que admira muito o Antônio Fagundes, por isso ficou marcado pelo relato que fiz.

Eu fazia uma mini-série com o Antônio Fagundes. O meu sonho era o primeiro capítulo da mini-série (ou minissérie ?) e tudo se passou em poucos segundos, durante os créditos iniciais. A história se passava num ambiente de faroeste, e estávamos vestidos como cowboys. Estávamos em uma pequena vila para investigar uma série de assassinatos. Eu estava sentado em uma sombra, com o meu cavalo do lado, comendo frutas que estavam mergulhadas no recipiente onde o cavalo bebia água. Se não me falha a memória as frutas eram carambolas, e estavam mergulhadas ali para ficarem fresquinhas e doces (e realmente estavam). A poucos metros dali onde eu estava descansando (parecia ser depois do almoço) corria um pequeno riacho, que deixava a localidade com uma aparência ainda mais interiorana.

Antônio Fagundes surge então a cavalo e me fala algo que não lembro, mas era um sinal para irmos trabalhar. Tudo isso foi transmitido enquanto eram apresentados os créditos na tela, e eu levantei quando finalmente foi mostrado o título da minissérie (ou mini-série ?), que foi anunciado com uma voz parecida com aquela que dizia nos filmes: "Versão Brasileira, Herbert Richers...". Mas o nome da série eu vou ficar devendo.






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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Faxina

Deletei alguns posts antigos desse blog. Resolvi excluir os textos curtos e que não diziam nada. Se bem que se eu fosse deletar tudo que não diz nada, deletaria o blog inteiro. Alguns posts curtos e sem sentido ainda permaneceram, pois servem para me orientar nas datas de acontecimentos passados.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Sonhos do Éd #17 - A Gangue das Gordas Maconheiras

Estava eu em um lugar desconhecido, tipo um estacionamento. Chovia torrencialmente. Eu estava acompanhado de uma pessoa, não lembro quem.

Vejo então um Monza vermelho que chegava a estar rebaixado de tanta gente dentro (tinha 4 ou 5 gordas feias na parte de trás, mais um velho de motorista e outra gorda no carona). Fui até o carro pra dizer educadamente que não dava pra andar daquele jeito, podia levar até uma multa (eu estava trabalhando). Uma das gordas (a menos gorda) falou então "Os caras da civil nos abordaram e fumaram junto com a gente" (No que ela terminou de proferir as palavras, a gorda da frente esbravejou com ela: "Ô fulana...pra que falar assim?"). Nesse momento se materializa um cheiro de maconha no ar e eu mando todo mundo descer do carro. Elas descem do carro (já estou no pátio da casa da minha avó, lá em São Borja) e eu levo-as para uma peça dentro da casa da vó (para aguardarem a revista por uma pessoa do sexo feminino em lugar abrigado da chuva).

Lá dentro, já não são mais gordas feias, mas mulheres normais. Uma até que dava um caldo, diga-se de passagem. Peço pra minha mãe chamar uma policial mulher. Tava cheio de gente na casa da vó, como se fosse um shopping. Saí pra outro lado fazer não sei o que. Quando volto, duas tinham sumido. Meu pai ficou cuidando as que estavam esperando. Fui atrás das que tinham fugido. Encontro-as tentando fazer pegar um fusquinha. Peço com um pouco de rispidez que voltem pra dentro. Uma delas me alertou que fazia TaeKwonDo. Eu disse algo como "Tomara que te seja útil". Levei as duas pra dentro. Chego lá e só tá a que dava um caldo esperando pacientemente com as mãos na parede. Perguntei pro pai onde estavam as outras. Ele disse que haviam saído. Gritei então "Puta-que-pariu !!!" enquanto giro 180º sobre os calcanhares e dou um murro na parede. Acordei nesse momento, com uma dor no pescoço, por causa do giro.

domingo, 7 de novembro de 2010

His(Es)tórias do Éd #1 - A professora que não curtia mais Guns'n Roses

Ontem estava eu caminhando pelas ruas de Porto Alegre, quando repentinamente me vem uma lembrança de tempos passados (é óbvio que se é uma lembrança, é de tempos passados, mas essa lógica nem sempre vale para mim) em mente.
O ano é 2001, a cidade São Borja. Segundo ano do Ensino Médio, aula de Filosofia. Colégio Estadual São Borja (CESB). Aula bem informal, alunos à vontade, conversando com a professora. Um colega fala para a professora que ela tem cara de quem curte Guns'n Roses. A professora dá um sorrisinho de leve. "Quando mais novinha", responde ela. Não lembro exatamente o que pensei na época, mas com certeza não entendi o fato de uma pessoa "deixar de gostar" de algo só porque a idade avançou. Hoje em dia penso que é mais estranho ainda uma professora de filosofia pensar dessa forma, ainda que ela não tenha explicado o porquê de não mais curtir. Não lembro nem o nome da professora, mas ela não era velha.
Isso me lembrou outro post que escrevi dia desses, sobre games. É uma coisa que as pessoas no geral param de fazer também, porque "não têm mais idade" ou "estão velhas demais para isso". Quando eu era criança, ser adulto me parecia ser uma coisa muito difícil (e chata). Algo distante demais para mim. Trabalhar de sol a sol, chegar em casa, assistir novela... Ir no mercado fazer o "rancho" com a esposa e as crianças no final de semana... Deixar de jogar bola, de jogar video-game... De certa forma, acho que incoscientemente tenho um pouco dessa visão ainda, porque até hoje não me considero um adulto. Trabalho, pago minhas contas, possuo curso superior completo, tenho minhas responsabilidades... Mas não sou e nem quero ser aquele adulto clássico, que formei a imgem em minha infância.
Definitivamente, não quero deixar de escutar as músicas que gosto. Não mesmo. Não quero deixar de jogar os games que me divertem. Não quero deixar de viajar, só porque adultos só viajam nas férias, a trabalho, ou ainda, por um motivo "muito importante".
É lógico que tenho meus limites (como os temos também na infância). Às vezes temos de escolher entre trabalho e diversão. O que eu quero aqui defender é apenas meu direito (e o seu também) de ser eu mesmo (seja você mesmo !). E tenho dito (ou escrito).

sábado, 6 de novembro de 2010

Pão-de-queijo

Voltei para dar uma atualizada no Blog. Há dias eu estava para escrever este texto, mas por motivos vários não o escrevi.
Olha só: é normal eu sentir fome quando estou trabalhando. Eu fico com fome muito rapidamente. Numa dessas fomes que sinto, percebi que tem certas palavras e expressões porto-alegrenses que me dão mais fome. Pão-de-queijo. Um porto-alegrense típico pronunciará "pão-di-queijo". E se falar na distância exata, eu estando com a fome certa, tal palavra aumentará minha fome, a ponto de me dar uma dorzinha no estômago. Porém, a palavra tem que ser dita por um porto-alegrense típico, e pronunciada ao natural. Senão, o efeito será nulo.
Só por curiosidade, a palavra dita nas condições certas, não me dá vontade de comer pão-de-queijo.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Sonhos do Éd #16 - Criaturas

Estava eu e meu irmão mais velho fugindo de duas criaturas tipo uns Mini T.Rex Demoníacos. Estes monstros devoravam tudo o que havia pela frente, e estavam literalmente acabando com o planeta (que no sonho era plano), restando apenas o pedaço de terra em que nós estávamos.
Já tínhamos saído de várias casas, mas os monstrinhos comiam tudo (estávamos como os 3 porquinhos fugindo do Lobo Mau). Na última casa (restava só uns campos verdejantes no mundo, que se estendiam pra trás da casa), os dinosssauros não estavam conseguindo devorar rapidamente a porta, fato que me permitiu ter uma rápida idéia: fugir pelo sótão. Um momento antes de ter a ídéia, meu irmão tinha se transformado no Professor Gilmar, do programa humorístico Hermes e Renato.
Fugimos pelo forro da casa e caímos numa edificação semelhante ao Shopping Praia de Belas, aqui de Porto Alegre. Nesse momento, como passamos de fase, os monstros já não mais podiam nos pegar, e o fato de o mundo ter sido destruído foi mudando com o passar dos segundos.
Nesse complexo tinha uma fila para consulta médica. Nos escondemos atás de uns vasos de flores para escutar o que o médico estava falando para o primeiro da fila, que por acaso era um pau-no-cú que conheço. O médico disse que ele não poderia mais trabalhar. Depois disso eu acho que acordei.

sábado, 16 de outubro de 2010

Sonhos do Éd #15 - O Pastor Éd

Esse parece que foi real. Tenho certeza de que estive nesse lugar:
Cheguei eu, com trajes casuais (calça e camiseta) em uma edificação imunda, abandonada e sem reboco. Neste local, vários mendigos e prostitutas horríveis presentes. Duas vêm até mim oferecer seus serviços. Rechaço a oferta de uma delas, sob a alegação de que não era nada pessoal, apenas não era meu estilo. Elas então se desmaterializam. Sigo andando pelo local. Vejo doentes terminais deitados no chão, cobertos por mantas. Me aproximo de um deles e vejo q é uma mulher, excessivamente magra e feia. Essa mulher fala, meio dormindo : "Por favor ! Me prende em casa !"
Saio de perto dela e vou até uma velha, e digo para ela : "Sabia que Jesus te ama ? Sai dessa vida !". Ao que ela responde : "Não acredito nele". Arremato então: "MAS ELE ACREDITA EM TI !".
O resto do sonho, não me foi permitido lembrar por forças superiores a mim.
PS. Não tenho religião alguma. Quem me conhece sabe.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Sonhos do Éd #14 - Conan no Castelo

Hoje, no mundo de Morfeu, eu controlava um personagem chamado "Tom", mas que na verdade era eu. Trajava indumentárias meio que "tríbridas" de Conan+Golden Axe+He Man. Levava junto comigo uma espada também. Me acompanhava uma mulher que não se conseguia ver o rosto durante o sonho, mas dava pra ver suas curvas generosas e contemplar seu corpo forte.
Estávamos dentro de um castelo, ou um templo. Este estava vazio, sem móveis ou decorações. Algumas criaturas nos perseguiam dentro deste templo. Uma das criaturas não consegui identificar, mas era grande e caminhava como uma aranha. A outra criatura era um dos vilões das Tartarugas Ninjas, o Krang, igualzinho a ele no jogo do Super NES (foto abaixo).
Nós fugíamos, escapando através dos aposentos do chateau. No último aposento, ao passar por trás de algumas colunas, centenas de boquinhas surgiram destas colunas e tentavam nos abocanhar (as boquinhas não tinham dentes). Diante da tentativa frustrada dos pilares, o teto começa a cair tb, com mais algumas boquinhas. Conseguimos esquivar tb. Chegamos ao fundo da peça, onde tinha um negócio que parecia um palco. Neste momento, o tríbrido encontrou um alçapão que não existia até o momento dele se abaixar e abri-lo. Ele não foi controlado por mim nesta ação (ele ficou exclusivamente Conan nessa instante). A mulher entra no compartimento, bem no momento que o vilão das tartarugas ninjas lança um poderzinho e o alçapão se fecha, enquanto a mulher cai gritando: "Tooooooooooooooooooooooooommmmm...".
No exato momento que o alçapão se fecha, eu volto ao controle do tríbrido, que não é mais tríbrido, agora é só Conan.
As duas criaturas vão me cercando, quando abro o alçapão e pulo pra dentro, vindo a cair no que seria o porão do castelo. Lá, não há magias e as criaturas não podem entrar (talvez por ser em outra dimensão). Neste porão, eu já sou eu mesmo, no meu corpo (com uniforme de Educação Física da BM) e a mulher se transformou em uma amiga lá de Uruguaiana, a Patrícia (tb com o mesmo uniforme). Enxergamos uma luz acesa bem ao fundo, que vinha de outra peça. Nos aproximamos, e eu então enxergo outro tríbrido, que nada mais era que um amigo nosso chamado Dustien + Michael Jackson no álbum BAD + Paul McCartney. Esse tríbrido estava fazendo a barba à seco, com um aparelho daqueles amarelinhos, descartáveis. Quando me enxergou espiando-o pelo vidro quebrado da janela, emitiu um som que vinha de não sei onde: "Your Butt is mine...", exatamente no ritmo de Bad. Emitiu esse som dando rápidos passinhos de Moonwalker sem sair do lugar e balançando rapidamente a cabeça, tocando o queixo nos dois ombros em uma fração de segundo. Fez tudo isso e veio nos cumprimentar, com cordialidade, através da janelinha quebrada.

sábado, 9 de outubro de 2010

Sonhos do Éd #13 - Roedor-de-carniça

Outro sonho: Eu estava em uma cidade híbrida de São Borja com Uruguaiana. Mais exatamente estava na beira do Rio Uruguai, em um armazém, aparentemente em Uruguaiana (o sr. que me atendeu é de Uruguaiana, mas não é comerciante). Eu tinha em mente sair do estabelecimento comercial e ir a pé até uma agroveterinária na esquina do antigo mercado Fronteira, em São Borja. Tenho a leve impressão de que iria comprar ração para gato. Acabei mudando de idéia quando vi a correnteza do Rio Uruguai, e perguntei para o comerciante se era mais rápido ir remando de caiaque rio acima (contra a correnteza, apesar de a casa de rações ser do lado oposto ao que eu queria remar) ou ir de ônibus (o ônibus da empresa STS, de POA, que eu iria pegar no terminal Parobé, aqui na capital do RS). O Queiroz me recomendou ir de ônibus. Acabei não indo e fiquei no bolicho dele.

No armazém, eu queria comprar algo que não lembro o que era, mas que não tinha lá (será que era a ração ?). Como o dono da venda era meu conhecido, fiquei conversando amenidades com ele enquanto perguntava alguma coisa sobre os animais que estavam engaiolados e à venda na venda. Dentre eles, o que se destacou em minha memória foram uns híbridos entre cachorro salsicha preto + ratinhos de laboratório + hamsters. Tinha uma ninhada de filhotinhos tão pequenos que passavam por entre as grades da gaiola. Os maiores eram do tamanho de um salsicha pequeno, mas durante o sonho foi diminuindo e engordando sem que eu percebesse, até ficar do tamanho de um hamster muito obeso. Perguntei para o quitandeiro que animal era aquele, e ele me disse um nome estranho (em algum idioma alienígena talvez) e depois deu o nome mais popular, que era Roe-carniça, ou roedor-de-carniça. Confesso que agora enquanto escrevo essas linhas me deu um pouco de medinho de ter estado tão perto desse animal. Mas até que o bichinho era bem bonitinho.

Sonhos do Éd #12 - Na Construção Civil

Sonhei que eu estava trabalhando numa construção a céu aberto, aparentemente um muro ou um alicerce. Tinha um pedaço de muro quebrado (ou ainda não construído) por onde saiam os materiais da obra. Isso mesmo, os materiais saiam da obra. Eu carregava sacos de cimento (de 50 kg) com uma facilidade que não tenho na vida real. Os sacos pesavam como se fossem a caixa de doces de batata que comprei essa semana. Juntamente comigo, estava o famoso ex-boxeador uruguaianense Luiz Tibiriçá, o "Tibira". Ele estava ao lado de uma betoneira me dando instruções e lições de moral.
Ele dizia algo como "Esse serviço é muito bruto pra ti", ao que eu respondia com frases irônicas que levavam a crer que eu tinha sido um garotinho criado a leite-com-pêra e Ovomaltino. A ironia não era compreendida pelo antigo pugilista, que se chocava e fazia mais comentários do tipo "Tu não tem força para lutar boxe, cara", ao que eu reforçava as ironias, em uma delas eu lembro que disse que ganhava só na malandragem, e não precisava comer carne (?).
O sonho acabou, logicamente no momento que acordei (embora eu já tenha tido sonhos que seguiram depois de acordado), precisamente quando eu colocava um saco de cimento em um compartimento (carroceria de caminhão ou vagão de trem).

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Sonhos do Éd #11 - O Edifício "Meu Pênis"

Hoje sonhei que eu estava em uma Porto Alegre meio que do futuro. Nesse futuro, tinha um edifício gigantesco, chamado "Seu Pênis" (ou "Meu Pênis", não me lembro no momento). O letreiro se enxergava ao longe, um luminoso com o escrito em letras emendadas. Este prédio tinha um aspeco de que estava abandonado, com pichações, e era ocupado até o décimo andar (ou 15º, também não lembro ao certo). Sua localização era na Avenida Borges de Medeiros. Todos os andares eram ocupados por casas de tolerância e boates de reputação duvidosa. O acesso aos andares se dava através de uma escadaria que circundava toda a construção. A escadaria era também uma imensa varanda, com as entradas dos estabelecimentos à esquerda da varanda.
Fui escalado para fazer algumas averiguações no citado prédio (aparentemente eu era Policial Civil no sonho). Vi alguns malvadões e mal-encarados nas varandas deste prédio, e surpreendentemente algumas figuras conhecidas, justamente nos andares onde os estabelecimentos eram voltados ao público gay. Um outro conhecido foi visto no andar "Sofazão" do prédio. Este justificou que tinha ido só pra conhecer, juntamente com a sua namorada. A identidade de ambos vai ser mantida em segredo.
A medida que eu descia os andares (estava saindo do prédio), os elementos na varanda do edifício ficavam mais malvadões e mais perigosos, alguns inclusive tentando me agredir. Para minha segurança, saco uma IMBEL .380 que trazia comigo, e vou descendo com ela em posição sul, ao que todos abrem caminho para mim. No percurso ainda vejo alguns elementos armados com revólveres 38 da Taurus, mas nenhum esboçou reação ao me ver.
O final do sonho foi meio nebuloso, mas o que eu lembro é que não consegui sair do prédio. Por algum motivo eu iria pular do 1º ou 2º andar, mas lá embaixo estava passando um filme de tiras americanos dos anos 80, com direito a tiros, viatura tipo Landau derrubando latas de lixo nos becos e cantadas de pneus. O resto, realmente não lembro.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Sonhos do Éd #10 - Double Dragon

Hoje sonhei que tinha que limpar um ginásio (parecido com o ginásio do Osvaldo Aranha) juntamente com outros dois colegas. Estávamos munidos de vassouras e uma pá. Após varrer minuciosamente um pequeno pedaço do ginásio, me encontro dentro de um jogo de video-game muito parecido com o Double Dragon do Nintendo 8 bits. Eu estava indo razoavelmente bem, até começar a intercalar o jogo com um filme, em que atores (que eram meus ex-colegas de curso no filme) falavam sobre ir a Uruguaiana no carnaval de Setembro (?). Um dos atores era um híbrido de Marlon Brandon nos anos 50 com Clark Gable em "E O Vento Levou".
Corta. Volta ao jogo. Só que não era mais imagem de Nintendo 8 bits, era imagem real. O jogo estava mais complicado. O cenário era um vestiário, cheio de armários de ferro. Ele era grande, cheio de banheiros. E dentro de alguns banheiros se escondiam uns inimigos tipo o cabeludo do Double Dragon, só que eram na verdade o Dolph Lundgren careca e com roupa de Aluno Soldado da Brigada Militar (macacões cinzas). Estava passando tudo muito rápido, e eu estava evitando de abrir as portas, pois dava pra ver os pés dos Dolphs Lundgrens por baixo das portas dos banheiros. Ao chegar em mais uma peça do vestiário (ele tinha várias peças), me dou de cara com um Dolph Lundgren solto, que fala algumas coisas em português. Fujo dele, pois estava com pouca energia (tinha levado umas facadas, chutes e pedradas nas fases anteriores). Me dou de cara com outro, que tinha saído de dentro de um banheiro. Pulo então pra cima de um armário de ferro, na tentativa desesperada de fugir. Os dois me encurralam. Vão me matar.
Eles falam alguma coisa entre eles, antes de me atacarem. É o tempo de que precisava: aperto Alt e seta pra baixo, abre o menu Arquivo, e clico em Exit, fechando o emulador do sonho, ao mesmo tempo que me acordo.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Primeiros dias em Porto Alegre

Após 626,5 km percorridos no Zequinha, mais uma vez chego em Porto Alegre, desta vez para ficar morando por uns tempos. Amanhã retorno ao trabalho e hoje já comecei o treinamento da Nobre Arte aqui na capital. De diferente: o meu celular agora faz um barulhinho moderno quando ligo ele (ele começou a fazer esse barulho lá perto de São Gabriel) e o Shampoo de Damasco que tenho usado nesses primeiros dias de Mui Leal e Valorosa cidade.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Porto Alegre, O Retorno

Tá confirmado. Depois de 20 anos de gauderiar andejo pelos pagos interioranos do meu Rio Grande querido, arrumo minha mala de garupa e parto em busca de novas aventuras na capital do estado. Vejamos o que me espera.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

...

Preciso treinar minha redação. Hoje fiz um esforço e vim tentar escrever algo. Nada de muito diferente tem acontecido comigo. Nas minhas horas vagas tenho aproveitado pra estudar, fora outras coisas que não publicaria neste blog. Também não tenho anotado meus sonhos, mas lembro que hoje sonhei que a Uma Thurman me ajudou a fugir de um restaurante.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Curtas #1

Quase duas semanas sem nada postar. Não tenho tido sonhos que mereçam um post no blog, e nem tenho feito algo que vá significar algo escrito nas páginas desse blog. Porém (eu sempre escrevo isso nos meus textos), tenho me sentido bem comigo mesmo nas atividades que tenho desenvolvido (em todas elas buscando aprimoramento pessoal).
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Li uma notícia (http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a3008503.xml) sobre lixo europeu no Brasil. Não é a primeira vez que isso acontece nos portos brasileiros:
O lixo é um problema mundial. Escrevi outro dia que poderíamos ser mortos soterrados pelo lixo que produzimos. Talvez o terceiro mundo morra antes, soterrado pelo lixo do primeiro mundo.
Vigiai, pois o fim está próximo.
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Porém, todo fim é um recomeço.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Agora é oficial: Mais um chinelão com curso superior

A nova etapa começou. Finalmente, hoje concluí o nível superior, colando grau em gabinete. Estou oficialmente licenciado em História.
Foi difícil a jornada, como já escrevi em outra oportunidade. Cheguei inclusive a achar que jamais me formaria. Fui inúmeras vezes criticado pela escolha que fiz (como em várias outras escolhas que fiz na minha vida), além de ter sido um universitário incompetente, preguiçoso e irresponsável.
Dificilmente fazia as leituras que eram necessárias, preferindo ler o que me desse satisfação. Faltei inúmeras aulas para ficar no bar jogando truco. Ou para ficar na academia treinando, ou para ficar em casa dormindo, para ir jogar bola, para ver futebol na TV, para ficar lendo sobre assuntos não -acadêmicos ou simplesmente para estudar. Esse último confesso que era raríssimo, principalmente porque, tendo aulas todos os dias, se torna extremamente difícil e cansativo estudar.
Por isso sou um entusiasta do Ensino a Distância, tanto na graduação quanto na pós. Escreverei mais sobre isso em outra oportunidade.
Mas voltando ao tópico principal, o dia 05 de Agosto de 2010 marcou uma nova era na minha vida. Agora tenho curso superior, em uma área que sou apaixonado (apesar de muito desvalorizada, principalmente em questões de educação). Agora, penso eu, é que começa, na verdade. Nada foi terminado. Um pouco por isso sempre fui contra formatura durante o tempo que estive na faculdade. Tem gente que se forma e nunca mais pega um livro pra ler na vida, pois já "terminou a faculdade".
Agora, chegou a hora de alguns projetos meus.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Sonhos do Éd #9 - Shineray

Hoje sonhei que andava em uma moto Shineray 150 cc. Daquelas que parecem uma XL. Aparentemente era minha a moto. Eu subi em cima da moto e comecei a perguntar para um conhecido, como que ligava e andava. Não consigo recordar quem era o conhecido. Só lembro que ele me criticava porque não conseguia apertar um botão, girar o acelerador e apertar o freio e a embreagem, tudo ao mesmo tempo. Depois dele exemplificar mais uma vez, consegui reproduzir o exemplo do professor e começo a andar. Neste momento, se materializa uma jovem moça, morena "cor de cuia", como dizem aqui na região. Muito linda, por sinal. Desse momento em diante eu já sei que estou levando ela para um determinado local (creio eu que fosse a casa dela).
Começo então a engatar as marchas e acelerar, mais ou menos como se dirige carro, porque no sonho o meu instrutor não me ensinou a dirigir, apenas a ligar a moto. O estranho de tudo é que eu estava conseguindo dirigir a moto, embora na vida real não saiba. Em um determinado momento, fui entrar na rua Eustáquio Ormazabal (em Uruguaiana, antiga 24 de maio) no sentido bairro-centro e não conseguia olhar para a direita. Quando tentava olhar (não conseguia girar a cabeça completamente para esse lado) aparecia um bloqueio preto, como se fosse um véu negro lançando maldições ao novo motociclista. Meti uma segunda e fiz a conversão mesmo assim, torcendo para não ser abalroado. Escapei ileso da minha primeira curva. Subindo a 24, percebia uma coisa que sempre percebo quando estou andando de moto (só ando de carona, obviamente): É divertido andar, mas em qualquer acidente os danos físicos são numerosos.
Chegando ao destino da morena dos lindos cabelos negros e lisos, para minha supresa, já são duas mulheres que desceram da moto, a segunda tendo a pele um pouco mais clara e aparentando ter uns 15 anos (chutei essa idade no sonho). Outro detalhe interessante é q estacionei a moto direto na sala, sem precisar passar por portas ou janelas, pois me materializei lá dentro.
Depois de alguns sorrisos e amenidades das duas morenas, já não lembro de mais nada do sonho.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Sly

Deixei esfriar um pouco o assunto para poder analisar mais detidamente os fatos e poder emitir uma opinião mais embasada.
"Os policiais de lá usam camisetas com uma caveira, duas armas e uma adaga cravada no centro; já imaginou se os policiais de Los Angeles usassem isso? Já mostra o quão problemático é aquele lugar".
Esse foi um dos comentários que Sylvester Stallone fez recentemente, e indignou uma multidão de brasileiros. Outro que eu gostaria de comentar:
"Gravar no Brasil foi bom, pois pudemos matar pessoas, explodir tudo e eles (os brasileiros) dizem obrigado", diz Sylvester Stallone, no painel de divulgação de seu filme Os Mercenários, durante a Comic-Con 2010. E se complicou ainda mais: "Obrigado, Obrigado e leve um macaco!", disse, imitando a voz de uma pessoa simplória."
O brasileiro médio (típico cidadão brasileiro) é um ser acéfalo. Não tolera nenhum tipo de crítica ao seu amado país. A propósito, o brasileiro médio acha que ser patriota é torcer pela seleção brasileira. Ele não tá nem aí pra política, economia ou desigualdade social. A não ser quando surgem campanhas tipo "FORA FULANO", quando a Globo quer execrar algum político. O brasileiro médio joga lixo no chão, fala mal do vizinho e estaciona em local proibido. O brasileiro médio não tá nem aí para seus irmão de pátria. A não ser durante os 90 minutos das parttidas na Copa do Mundo.
É bastante comum ouvirmos piadas de portugueses no nosso cotidiano. Pior ainda, ver piadas contra argentinos em rede nacional, em comerciais ou mesmo na programação das emissoras (geralmente programas esportivos).
Sly realmente errou, na piada sobre os macacos. Porém, tentou apenas fazer uma piada preconceituosa. Se fosse um brasileiro falando mal de argentinos, ou até mesmo amercianos, o brasileiro médio iria vibrar. O Brasil está acima do bem e do mal ?
Quanto ao que foi dito sobre o BOPE: é apenas a realidade. O lugar onde o BOPE atua é problemático. Para isso o BOPE existe. Ou as favelas são um mar de rosas ?
Sirvo a0 meu país e sinto orgulho em ter nascido no Brasil. Mas não podemos ser limitados em nosso raciocínio. O nosso país tem problemas, e também é alvo de brincadeiras, assim como fazemos brincadeiras contra outras culturas. Sly foi apenas fanfarrão. Não quis desmerecer nossa pátria. Talvez tenha tido um pouco de preconceito quando trouxe "macacos" à tona, mas isso nada mais é que uma piada preconceituosa, tipicamente americana.
Fontes:

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Futebol, de novo

Definitivamente, futebol não me desperta mais paixão. Ontem, dormi antes de terminar o primeiro tempo do jogo Inter X São Paulo. Não acordei nem na hora do gol.
Algumas pessoas acham estranho o fato de eu não ser um apaixonado por futebol. Na verdade, nunca fui. Mas já torci mais pelo meu time e já apreciei mais o esporte das quatro linhas.
Porém, hoje em dia penso que eu não ganho nada, absolutamente nada, para me sentar em frente a uma TV ou dentro de um estádio e torcer pelo Colorado mais amado do Brasil. Isso vai contra a minha atual filosofia de me estressar apenas em caso de extrema necessidade.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Futebol

Olha só. Pela primeira vez nesse ano, vou assistir a uma partida do time de futebol para o qual eu torço (Inter). Tenho me afastado cada vez mais do futebol, tanto na prática quanto na torcida. Nesse ano de Copa do Mundo, pouco ou quase nada vi da maior competição de futebol do mundo.
Analisando este fato, me dei conta de que na verdade, quero me afastar da mediocridade toda que envolve o futebol e suas torcidas. Um exemplo prático: é muito difícil (pelo menos era quando eu assistia) ver um técnico ou um jogador reconhecer e aceitar a derrota para um time que foi superior. É muito mais comum se botar a culpa na arbitragem ou em algum lance isolado. Assim o é também no meio das torcidas, no cotidiano de cada um de nós. É corriqueiro ver gente arrasada porque sua equipe perdeu. E ao invés de se discutir saudavelmente e/ou reconhecer a derrota, se inventam desculpas ou nem isso, tocam flauta por antecipação (como em 2006, quando o Inter conquistou o Planeta, e muitos gremistas, estarrecidos, quase enlouqueceram por não ter argumento algum para contestar, nem mesmo o do árbitro. A propósito: Me perdoa, Gabirú !). Em vista disso tudo (e outras coisas mais), venho me afastando mais e mais desse meio, para evitar o contato com essa massa humana cinzenta da mediocridade.
Tá começando o jogo, vou assistir, porque afinal de contas, ainda aprecio o esporte nacional.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Mais um chinelão com curso superior

Faz dias que não posto nada. O antigo hábito de ficar sem idéias pra escrever segue me incomodando. Soma-se a isso todas as minhas limitações intelectuais.
Por falar em limitações intelectuais, dia 5 de Agosto concluo uma jornada de 6 anos e meio, terminando a formação superior. Praticamente não precisei superar esses ditos obstáculos, mas também não foi fácil (mais por fatores não-acadêmicos).
Passei por 3 turmas de História na finada PUC de Uruguaiana. A primeira, se formou em 2007, e a propósito, não me convidaram pra formatura. A segunda, se formou em 2009, e recebi convite pra formatura, mas não fui (me deu caganeira no dia). É a turma que permaneci mais tempo e onde se formaram os Leões Históricos. A terceira turma, fiz uma cadeira só com eles, e tirando uns 2 ou 3, são uma cambada de pais-nos-cús.
Dos 6 anos e meio que levarei para me formar, apenas 4 foram efetivamente nos bancos acadêmicos. Os restantes dois anos e meio, dois foram um período de privações e dificuldades, tal qual os hebreus no cativeiro do Egito, e o restante meio ano foi quando comecei a atravessar o Mar Vermelho.
Ainda não cheguei na Terra Prometida, mas o fato de me tornar licenciado em História vai iniciar mais uma era na minha vida. Nesta era, tenho certeza, o universo vai conspirar para que seja de aprimoramento pessoal, paz, saúde e felicidade.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Sonhos do Éd #8 - Cachorros motoqueiros

Hoje sonhei que eu estava de serviço em um lugar muito parecido com Bagé, mas era Uruguaiana, porque eu sabia que estava perto do Parcão.
Estava eu perto de uma esquina, quando um cachorro caiu de moto (uma Bros vermelha), enquanto dava um cavalinho de pau. O cachorro era do tamanho de um labrador, cor de caramelo. Não consegui identificar a raça dele. O mesmo ficou caído, enquanto me aproximo. Quando estou a poucos passos dele, um cachorro idêntico, em uma moto igual, cai há poucos metros do primeiro. Só que este caiu pra frente, como se tivesse freado a roda da frente. Como num passe de mágica, os dois ficam ao alcance dos meus braços, ambos desacordados. Fico com uma mão em cima de cada, para impedir que fugissem. Em nenhum momento do sonho achei estranho o fato de cães estarem dirigindo as motos e nem me perguntei se eles tinham CNH.
Quando penso em pedir reforço (não tinha rádio) chega um carro branco, com um cara que tinha um celular com comandos em espanhol (da Argentina). Este celular sintonizava na frequência da polícia. No momento que vou pedir reforço, começam a atirar em minha direção, de um lugar que não consegui identificar. Me abrigo na porta do carro branco, que é alvejada seguidas vezes. Aí eu acordei.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Sonhos do Éd #7 - Rambo II

Esse sonho é de 06/07/2010.
Eu morava em um barco ancorado no meio de um rio, perto de um pântano. Era eu nada menos que o Rambo, no segundo filme da série. Trajava uma calça camuflada e estava sem camisa, com uma faxinha na cabeça, e era exatamente como o personagem do Stallone neste filme. Só que enquanto se passava o sonho, eu sabia que eu estava "Rambo II" (e não igual a Stallone ou Rambo).
O país onde o barco estava se encontrava em guerra. Não sei que país era, nem contra quem era a guerra, mas ela estava acontecendo, e eu sabia disso no sonho. A embarcação que eu morava foi invadida e toda tripulação foi morta, pelo Cel. Trautman jovem, que trajava camiseta cinza e calça preta, meio num estilo anos 50/60, e por outros caras, que queriam me matar. Consegui fugir. Um dos tripulantes do barco não teve a mesma sorte minha e dos outros, e teve seu cú comido pelo Cel. Trautman jovem.
Tentei (Rambo II) um contra-ataque logo que escureceu, mas fui repelido, e tive que pular do barco para um barro (tipo aqueles de catar caranguejo) que estava à esquerda do navio. Neste barro, encontro algumas pistolas PT-940, que deveriam ser oriundas da guerra que estava acontecendo no local.
Resolvi então esperar amanhecer para voltar ao barco. Não recordo o porquê, mas tinha certeza de que ao amanhecer, tomaria o barco-casa pacificamente. Fico à espreita então, à retaguarda do barco. À esta altura, aliás, já não era mais uma embarcação, e sim uma casa, e o rio se havia transformado em um gramado, aos fundos da casa.
Já dia claro, chegam em casa, pelos fundos, Thaline, Francisco (este chega fazendo positivo), Dione e Eduardo (todos amigos boxeadores na vida real), todos eles devidamente abrigados com os agasalhos da Duzac Boxe (estavam chegando de um evento de boxe em outra cidade). Faço sinal de silêncio (a esta altura, eu já estava em meu corpo), mas já era tarde. Luciano Romeiro (outro amigo da academia) já estava batendo na porta. Acelero o passo então e entro na casa, dizendo ao Cel. Trautman jovem: "Eu disse que entraria aqui de cabeça erguida!". Nisso, vou até um fuzil (SAR, FAL ou AR-15, não recordo exatamente qual), pego-o e faço mira em uma árvore. Não atiro pois há uma criança de vestido vermelho perto dessa árvore. Olho em todas as direções, e em nenhuma delas posso disparar, pois há casas e pessoas ao longe. Miro então na guriazinha do vestido vermelho e atiro, pois nesse momento é revelado que a arma é um fuzil de paint-ball. Dou uma rajada na menina, e começo a disparar em tudo e em todos, em um clima de muita diversão.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Resenha Games #1 - Hang On (Master System)

Ontem recebi uma dica de um anônimo, aqui no blog, para escrever resenhas sobre jogos que eu esteja jogando. Não me lembro de ter escrito resenha sobre algum jogo. Mas resolvi aceitar esse desafio.

Joguei por aproximadamente 1 hora o jogo de corrida "Hang On", para Master System. É um jogo relativamente fácil de jogar, mas nem por isso deixa de ser divertido. Ele se resume em 4 pistas, e cada vez que se completa as 4 pistas, aumenta o nível de dificuldade, sendo acrescentadas umas curvas mais radicais.

Me lembro que eu jogava Hang On em meados dos anos de 1990. Ele vinha na memória do Master System II, juntamente com o jogo Safari Hunt. Me parecia ser mais difícil na época. Confesso, quase chorei ao escutar a musiquinha que dá quando aparece esta tela:

E quanto às manobras, não pode encostar nos objetos fora da pista, nem nos motoqueiros gordões:

Sonhos do Éd #6 - O julgamento de Herodes

Já postei aqui neste blog sobre o sonho da esfinge. Hoje, publico em primeira mão um sonho que tive em 1997, e nunca contei pra ninguém.
Já fazem em torno de 13 anos que sonhei isto, portanto, são poucos os detalhes que lembro. No sonho, estava passando um documentário sobre o que tinha acontecido com o rei Herodes (aquele da bíblia mesmo) após a morte dele.
O que lembro do sonho é uma caminhonete estilo rancheiro do Texas em um lugar deserto. E o Herodes caindo em um poço aparentemente sem fim. Ele caía em câmera lenta. Durante o sonho, o narrador falava algumas coisas que não lembro.

domingo, 4 de julho de 2010

Games

Durante a minha infância, eu apreciava muito jogos de video-game. Eu tive o console Phantom System e depois um Master System II. Os dois chegaram a conviver por alguns anos. Eu jogava em uma TV Philco Preto-e-Branco. Sofria bastante o problema de ter poucos cartuchos.
Já na adolescência, passei a fazer uso de emuladores, e podia jogar nos consoles que não podia adquirir na infância (Snes e Mega Drive). Jogava alguns games de PC tb.
De um tempo pra cá, parei de jogar. Puta que pariu ! Eu mesmo que escrevi, há poucos dias atrás, que iria tomar uma postura mais zen. Precisei que um velho amigo me dissesse que eu estava "jogando fora o que me tornava mais jovem". Parei pra pensar e vi que não estava jogando mais, pq estava estudando, preocupado com dinheiro, trabalho, etc...
Olho-do-cú tudo isso ! Jogar video-games é uma ótima atividade para relaxar, desestressar e fazer uma meditação contemplativa. Portanto, estou de volta naquilo que me torna mais jovem.

sábado, 3 de julho de 2010

EU SOU UM MERDA !

Eu sou um merda. É duro ter que admitir, mas é verdade. Minha vida é uma coleção de inúmeros fracassos, intercalados com alguns poucos sucessos insignificantes, ou QUASES que volta e meia acontecem.
É complicado escrever uma autocrítica. Mas chega uma hora que os fracassos se acumulam demais, e não tem como deixar de escrever uma crítica leve às minhas conquistas (?) na vida (?). Não tenho talento algum. O máximo que eu consigo é ser mediano em algumas coisas. E só. A mediocridade é o máximo que consegui atingir na vida. E disso, provavelmente não passarei.
Digo isso em todos os segmentos. Nunca tive uma vida equilibrada. Parece que tudo é limitado pra mim. Inclusive, durante alguns anos da minha vida, tinha a plena certeza que existia uma conspiração mundial para me prejudicar. Hoje em dia não acredito mais nisso. Mas consigo perceber uma Força Superior interferindo (e limitando) os acontecimentos da minha vida. Só não sei o propósito dessa Força. Quem me conhece sabe que tem coisas que só acontecem comigo (creio que devido à ação da Força).
Eu sou uma pessoa que nada deixarei para a posteridade. Não sou útil em merda nenhuma para a sociedade. E após a minha morte, cairei no esquecimento (ou até mesmo antes dela). Eu me pergunto então, de que serviu minha vida até hoje ? Eu mesmo respondo: Para praticamente nada.
É bem como dizia John Rambo (ou teria dito): "Viver por nada ou morrer por alguma coisa".

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Serenidade

Domingo, um friozão de rachar, e eu na frente de uma lancheria, esperando meus lanches ficarem prontos.
Apenas eu na calçada. Aproximou-se de mim então um morador de rua:
 - E aí, treta ! (estendendo a mão para me cumprimentar).
 - E aí. (Respondi eu, apertando a mão do cidadão).
 - Tche, tu tomou droga ? (Perguntou o mendigo)
 - Não. Não sou dessas coisas. (Respondi)
 -Ah tá. Não... é que eu vi tu aí sentado, sereno...

 É o magnetismo cada vez mais magnético.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Sonhos do Éd #5

Por causa desse sonho, fiquei com medo de comer presunto. Tive que comprar o fiambre da Sadia hoje.
No sonho, estava de serviço eu e um colega meu, na cidade de Porto Alegre. Fomos atender uma ocorrência, se não me engano, de uma casa mal-assombrada (!). O meu colega disse que o fato era na Duque, esquina com a Duque (No sonho, era a Duque de Caxias de Uruguaiana com a Duque de Caxias de Porto Alegre).
Lá chegando, a casa mal-assombrada era o Colégio Oswaldo Aranha, de Alegrete. Mas continuávamos em POA. Avisto então uma conhecida (dos tempos em que eu trabalhava na escola Gen. Osório), dentro do pátio do colégio, caminhando em nossa direção. Penso então comigo: "Vou comer essa louca". E me aproximo. À medida que me aproximo, ela vai diminuindo de tamanho, até chegar ao tamanho de um Comandos em Ação.
Foi então que eu visualizei um pedaço de uma nota de R$ 20 pra fora de um de um formigueiro. Pego a nota (sinto ela úmida e macia, talvez até mofada), e ela então é puxada para dentro do formigueiro, seguida de uma voz que diz algo como " Tu achou que iria ganhar esses 20 pila ?". Ao lado do formigueiro, sai uma gosma de um buraco (a gosma era como se uma lesma fosse esmagada).
Concluo então, na hora, que o local não é mal-assombrado, e sim dominado por alienígenas. Imediatamente, meu colega puxa um aparelho pra ver com que tipo de alienígena que estamos lidando. Ele analisa meu dedo (que tocou na nota). O aparelho usado é um tubo de Almeida Prado. Ele conclui, enfático : " É bicha."
No sonho, lembro do filme MIB, em que os alienígenas do mal são "Insetos". Penso então que os alienígenas "Bichas" (associei com vermes) são bem do mal também.
Aí então começo uma série de indagações ao colega, perguntado se eu estava contamindo pelos alienígenas, se iria virar bicha ou o que...
Aí eu acordei.
Ao meio-dia, tentei almoçar sanduíche de presunto e não consegui.

domingo, 20 de junho de 2010

No Stress

Eu não me estresso mais. Não dá pra levar a vida muito a sério.
No momento em que escrevo estas linhas, conto com 25 anos de vida. E já faz algum tempo que noto, vez que outra, alguns fios de cabelos brancos em minha cabeça. Me considero novo para começar a ser grisalho, porém alguns estresses durante esses anos todos me causaram isto.
Analisando tal fato, resolvi levar uma vida mais zen. Eu que sempre fui contra a escravidão do consumo, me peguei esses dias preocupado com contas e novas aquisições.
Decidi então tomar mais chás e meditar um pouco, além de fazer o que estiver ao meu alcance para diminuir o sofrimento da humanidade.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Sonhos do Éd #4 - A Mulher que não tinha cú

Hoje, sonhei que iria manter relações sexuais com uma mulher que não possuía ânus. Acordei instantes antes da penetração.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Reflexão

Escrevi este texto originalmente em 24/08/2009. Hoje, apenas acrescentei a palavra "mulheres", ao citar algumas coisas boas da vida. Segue o texto: O mundo não é um lugar seguro. É tão fácil estabelcer o caos em nossas vidas ! Basta uma perda, uma demissão, uma morte... E muita coisa vai por água abaixo.
Tudo isso porque nos apegamos demais à coisas impermanentes, damos um valor descabido à coisas que irão passar. E quando elas passam, nos frustramos.
Muitas pessoas planejam suas vidas levando em conta apenas o aspecto financeiro. Deixam de fazer o que realmente gostam para muitas vezes fazerem algo que detestam, apenas para ganhar um pouco mais de grana. Não que o aspecto monetário não seja importante. Ele é muito importante, eu bem sei disso. É muito legal ter carro, dinheiro, mulheres... Mas muitas pessoas deixam de servirem-se do dinheiro para servir ao dinheiro.
Não pretendo dar uma de "desapegado dos bens materiais" com este texto. Desejo apenas, de uma forma despretensiosa, demonstrar como fica fácil nossa vida desmoronar quando "apostamos todas as nossas fichas" em coisas passageiras, seja dinheiro, amor, profissão ou até mesmo um sonho.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Sonhos do Éd #3

Hoje sonhei que eu estava em um desenho no estilo "Dragon Ball". Eu estava em uma arena de lutas de cachorros, que nada mais era do que uma quadra de futebol society.

Lá nessa arena, iria lutar um cachorro muito temido por todos. O cachorro do general (não lembro de terem citado o nome dele no sonho). Esse general era a maior autoridade militar presente no evento. E era também um cachorro, meio parecido com o cachorro dos Simpsons, o Ajudante do Papai Noel. Só que ele era menorzinho. Ao vê-lo, ainda perguntei "Isso é o general ?" para uma pessoa que estava à minha esquerda, comentário esse que foi ouvido pelo general-cachorro. Ele só me olhou. Talvez eu vá responder um PAD por isso.

O cachorro do general iria lutar contra três outros cachorros. Para comçar a luta, foram jogados "tentáculos" (esse foi o termo usado pelo general) na quadra-arena para atiçar os cães. Os 3 caninos desafiantes pegam os tentáculos, rosnando, e se posicionam em triângulo, frente a um impassível cachorro do general.

Quando o clima estava bastante tenso, levanta-se uma rede que estava no piso da quadra-ringue e captura os cães, os tentáculos, o general e quase apanha tb este que vos escreve. Em uma fração de segundo, policiais que surgem do nada dão voz de prisão à todos os capturados, mesmo diante dos protestos do genral, que a essa altura já não era mais um cachorro, era já um humano. Neste ponto, eu me acordei.
Interessante frisar que o sonho só era desenho tipo Dragon Ball quando a câmera focava nos cachorros. E o foi só até a Polícia entrar em ação.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Mais anotações antigas

Na mesma folha do post passado, tem uma frase escrita por mim:
"Impermanência
Dinheiro é impermanente. Tudo é impermanente. Ou não !"
Nesta frase, tem uma flechinha indicando para "provisório (casa)". É uma clara alusão à minha residência na época. Ainda de acordo com as anotações, eu precisava de internet em casa.
Ainda no mesmo papel, há uns versinhos sobre peidar no banheiro, onde eu me queixava que não podia fazer isso porque infestava a casa toda. Não era meu peido que era fedorento, mas sim a casa que era muito pequena.
Na verdade não era casa. Era um quarto de hotel, entulhado de coisas (inúteis, em sua maioria).
Hoje, moro em um apezinho pequeno, com internet [ :) ]. Posso peidar no banheiro ou no meu quarto, que não infesta outras peças. É bom olhar pra trás e ver esses obstáculos vencidos. Nos dá mais força para enfrentar os obstáculos vindouros.
Aproveito então, neste momento Maguila, para agradecer à Deus, se ele relamente existe, e todas as pessoas que me ajudaram de uma forma ou de outra nesses momentos (e em todos os outros) difíceis que tive ao longo dessa longa jornada à qual chamamos de vida.
E agora, a pergunta: Daqui a um ano, o que acharei eu das anotações de agora ?

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Anotações antigas

Eu estava escrevendo um texto para publicar aqui mesmo, quando dei de cara com algumas anotações do dia 07/07/2009. Exatos 11 meses atrás. Uma das anotações era das 22:50. No momento que escrevo estas linhas, são 22:53. Aí vai um rascunho de post que escrevi na época:
"Ao contrário das minhas perspectivas, consegui ser aprovado em todas as cadeiras na faculdade. Com isso, terminei o VII nível, restando-me apenas 1 cadeira para concluir o curso superior.
A partir de agora, portanto, terei mais tempo para estudar, porque não vou mais precisar perder tempo indo na aula todos os dias.
Pretendo começar a escrever no blog novamente, além de fazer algumas leituras interessantes (para mim!)."
Esse texto não foi publicado na época. Eu estava sem internet em casa. Entre outras coisas que me deixavam insatisfeito na época.
Esse texto é também uma pequena crítica ao sistema presencial de ensino, o qual eu várias vezes critiquei em conversas informais.
E eu ainda não me formei :(

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Sonhos do Éd #2

Há algum tempo atrás, eu tinha uns 5 ou 6 anos e estava em São Borja, na casa da minha avó. Eu almocei e depois deitei no sofá da sala para cochilar um pouquinho. Tive então um dos sonhos mais marcantes de todos os tempos.
Eu sonhei que estava andando sozinho (provavelmente de ônibus, talvez um carro) por uma cidade parecida com Porto Alegre. Era grande, a cidade. De repente, eu já estava em uma localidade parecida com São Borja. Então o veículo que eu estava começou a fazer umas curvas, e de repente eu estava em uma cidade, começando um deserto. Avisto pirâmides. E de repente, uma esfinge (de lado).
A "câmera do sonho" então se move como naqueles jogos de corrida em que a visão é por trás do carro, e quando termina a fase, a câmera vem pra lateral. Estou na frente da esfinge, e pra meu espanto, o rosto dela é o rosto de Jesus. Sorrindo. Vivo. Ele então me olhou, sorriu para mim e o ápice de todo o sonho:
Jesus piscou o olho pra mim !

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Sonhos do Éd #1

Hoje mexia eu em alguns papéis "antigos", com anotações minhas de outras épocas. Não era saudosismo, eu estava procurando algumas informações que escrevi outrora, e que me serão úteis em alguns projetos que estou empreendendo.
Foi então que achei alguns sonhos meus (às vezes anoto os sonhos que tenho) que nem me lembrava mais. Vou escrever aqui um trecho desse sonho que lembro vagamente, mas tá anotado com data entre 28/08/2009 e 1º/09/2009:
"(...) em outro canal (BAND, talvez) está passando o filme "Baby Sugar", com Mickey Rourke (velho, como no filme "The Wrestler"). Ele sou eu no filme. (...)Em outro canal (...) Casseta e Planeta, falando com Alceu Valença (?) disléxico. Começo a rir (ainda Mickey Rourke)."
Olha só. Eu era outra pessoa no sonho. Era eu, mas era outra pessoa. Lembro que nesse sonho, eu alternava: às vezes eu tava dentro da TV, às vezes estava no cenário do sonho. No início desse sonho eu era goleiro, mas isso é outra história.
Começo a pensar agora, naquele filme, "Quero ser John Malkovich", em que as pessoas vivem a experiência de ser outro alguém. Eu já tive essa experiência algumas vezes nos meus sonhos. Mas não vamos nos aprofundar nesse assunto. Quem quiser postar algum sonho nos comentários, fique á vontade, será legal trocar essas experiências soníferas.
No próximo post, conto do sonho que tive quando fui escolhido por Jesus. Boa noite à todos.

domingo, 30 de maio de 2010

Emoções do combate...

Ontem fui prestigiar o evento de boxe que teve aqui na minha cidade. Digo "minha cidade" pq moro aqui há um bom tempo, e porque criei vínculos com a mesma. Mas não é sobre Uruguaiana que venho aqui pra escrever. Não agora. Quero escrever sobre emoções. Mais especificamente, a emoção da batalha.
Durante as lutas do evento, pude sentir a vibração de um público que vibrava a cada golpe. Público esse que praticamente lotou o ginásio, mesmo com a chuva que insistia em seguir caindo.
Cada vez que me faço presente em um evento de boxe, me impressiono com a emoção que esse esporte desperta nas pessoas. A expectativa do nocaute, os "entendidos" dando pitacos, os asnos falando idiotices... o público de boxe é bastante homogêneo, mas quase sempre estão presentes essas figuras.
O fato de cada momento em uma luta ser único, podendo ser decisivo, ou até mesmo fatal, faz com que os lutadores sejam invejados, pois cada instante em cima do ringue pode ser o último. Isso carrega a Nobre Arte de uma beleza sem igual, pois ao mesmo tempo que os lutadores são semi-deuses, também são meros mortais.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Guaraná Antártica Açaí

Hoje estava eu no mercado, fazendo compras, quando vi no freezer um refrigerante que eu ainda não conhecia: O Guaraná Antártica com Açaí. Comprei o dito refri e logo após sair do mercado, já abri a garrafa para saborear a bebida.

Quando tomei a bebida, sensações estranhas aconteceram... Primeiro, não gostei do sabor. Porém, no instante seguinte ao engolir, o sabor mudou e ficou bom. Tenho notado isso em todos os goles.

No primeiro gole também senti um sabor de cupuaçú. Detalhe: nunca comi cupuaçú. Outro detalhe interessante: no meio do gole, entre a metade da língua e a goela, a bebida ganha um gosto de jabuticaba, por mais ou menos 1 segundo. Depois some.

 Esses gostos todos me fizeram lembrar de uma tigela de sagú lá do Viana's, restaurante onde eu almoço de vez em quando. A tigela de sagú (cheia de sagú, obviamente) me invadiu a mente durante essa primeira experiência com a nova bebida.

Guaraná Antártica Açaí. Esse eu recomendo.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Explicando alguns porquês.

Andaram distorcendo coisas que eu escrevi, por isso escrevo estas linhas. Eu nunca disse que minha vida é uma bosta. Muito menos neste blog. Ao contrário, até que gosto da minha vida. Não é das melhores, também não é das piores. É a única que eu tenho.
A referência que fiz à fezes foi num post recente, quando me referi ao meu antigo sonho (quando eu tinha uns 10 anos) de ser um jogador de futebol:

  • "(...)E se eu tivesse ao menos tentado trilhar esse caminho, tenho certeza que não seria a pessoa que sou hoje. Se bem que eu sou uma merda como pessoa, mas mesmo assim gosto de mim como eu sou."

Não tem nada demais aí. É só uma auto-crítica. Não adianta vir querer achar coisa que não existe (tipo depressão ou coitadismo), ou dizer que sou boa pessoa. Ou pior: vir me dizer que eu sou um cidadão de bem. Não aceito isso. E também não aceito elogio.

Eu não gosto que me façam elogios. Esse é um hábito mais ou menos recente pra mim. Antes eu até gostava. Massageava o ego e talz... Mas com o tempo fui vendo que os elogios além de não serem verdade, não correspondiam ao que as pessoas realmente pensavam sobre mim.

Já me conformei com o fato de ser apenas "um cara legal" ou "uma pessoa educada" (nem sempre). Não sou popular nem sou aquele tipo de cara que as pessoas gostam de estar perto. Não sou "alto astral" (apesar de ser de Porto Alegre) nem do tipo "amigo de todo mundo". Resumindo, não sou uma companhia agradável. As pessoas que realmente gostam de estar comigo é porque são meus amigos. E são bem poucas pessoas. Mesmo.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Trabalho...

Que merda. Vim escrever uns negócios aqui, e pensei: Nos últimos dias só escrevo sobre fatos que aconteceram no meu trabalho, ou relacionados a ele.
Minha vida está muito restrita a isso.
Mas enfim. Hoje fiquei envolvido em uma barreira de trânsito, e vi duas coisas curiosas: um senhor que ironicamente se chamava Reduzindo e um carro da reportagem do programa Siga Bem Caminhoneiro, programa esse que nem sei em que canal dá, mas sei que se trata de um programa de TV.

domingo, 23 de maio de 2010

O Cidadão de Bem

Hoje um cidadão de bem ligou para o 190. Tinha 4 elementos em frente a sua casa. Os 4 cidadãos estavam ali jogando conversa fora, provavelmente. Mas o cidadão de bem não quer ver gente pobre na frente da sua casa. Chama a polícia pra tirar esses vagabundos de frente de casa !
Lá fomos nós averiguar o que se passava.
Feita a abordagem, 2 dos elementos tinham passagem pela polícia (já cumpridas), e segundo os mesmos, eram trabalhadores rurais (um inclusive mostrou a Carteira de Trabalho). Os 4 homens então se dispersam, após a abordagem, e nós seguimos nosso rumo.
Na primeira esquina que paramos, veio um cidadão de bem nos dar parabéns pela abordagem. O cidadão de bem deve estar orgulhoso da polícia que ele mantém com os impostos que paga em dia, pois deixamos sua casa protegida de vagabundos maltrapilhos. Câncer no cú do cidadão de bem ! PS. Para quem quer saber mais a respeito dos cidadãos de bem : http://www.orkut.com.br/Main#Community?rl=cpn&cmm=5927780

(...) e vindo do interiror...

Definitivamente, sou um homem do interior. Não que eu tenha nascido assim, muito pelo contrário. Sou Porto-alegrense de nascimento. Mas após 20 anos morando no interior do estado, me tornei um interiorano. Gosto muito de estar em Porto Alegre. Me sinto feliz quando lá estou. Mas não me sinto mais um nativo do local. Parece que Porto Alegre não é minha casa. Aliás, parece que lugar nenhum é minha casa. Aqui em Uruguaiana sinto a mesma coisa. Mas enfim... Sangue cigano !

sábado, 22 de maio de 2010

Porto Alegre, de novo.

Cheguei em Porto Alegre agora há pouco. Vou ver se compro uns livros agora de manhã nos sebos do Centro da capital do nosso estado. Hoje à noite ainda, retorno para Uruguaiana.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Sonhos olho-do-cú !

Ao inferno com sonhos !
Quando eu era criança, sonhava em ser jogador de futebol. Por volta dos meus 10 anos (época do Tetra, na Copa de 1994), seria capaz de ficar vários anos sem jogar video game, para me tornar um jogador de futebol. Ou acho que seria capaz, nem cheguei a tentar.
Mas fico hoje em dia a pensar, graças a Deus (ou o que quer que seja) que não escolhi esse caminho. Tá certo que eu nunca teria essa capacidade, mas na época isso era algo que eu não queria aceitar. E se eu tivesse ao menos tentado trilhar esse caminho, tenho certeza que não seria a pessoa que sou hoje. Se bem que eu sou uma merda como pessoa, mas mesmo assim gosto de mim como eu sou. Sonhamos com os nossos sonhos com base naquilo que somos. E esses sonhos acabam mudando na medida em que nos tornamos o que realmente somos. E o que realmente somos vai mudando com o tempo, mesmo que sutilmente.
Um sonho mais recente, foi quando por volta do ano 2000 (início do Ensino Médio), sonhava em passar em um concurso público. Esse "sonho" veio a realizar-se em 2009, após 9 anos de muita incompetência e incapacidade. Hoje em dia sou funcionário público. E daí ? O simples fato da estabilidade, de saber que meu salário estará na conta no fim do mês não me fez muito mais feliz.
Sonhei em ter meu carro próprio também. O Zequinha (meu Chevette Hacth) tá nesse exato momento estacionado lá embaixo (tá mesmo, acabei de conferir). Confesso que vivi muitos momentos felizes a bordo dele, mas o simples fato de possuir o carro não é tudo aquilo que eu sonhava. Adoro tudo isso que conquistei (com muito sofrimento) até hoje. E sou muito grato à Força por tudo que ela me concedeu nessa vida. O que eu me refiro é que as pessoas geralmente têm aquela de idéia de "só vou feliz quando tiver meu carro", "vou ser feliz de verdade quando tiver minha casa", "a felicidade mesmo e encontrar o amor da nossa vida" ... E tantas outras frases. Olho-do-cú ! Todas essas coisas são impermanentes. Assim como estão, podems não estar no próximo instante. Realizar sonhos não é garantia de felicidade. Aliás, felicidade deve ser uma coisa que se busca dentro de si próprio. Talvez eu tenha que começar a procurar... Ou não !

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Impressões do dia

Estava eu hoje de serviço no centro da cidade, quando fomos (eu e a minha colega) acionados pelo rádio porque havia um indivíduo causando confusão no ginásio da pacata cidade de Uruguaiana.
Dadas as características do elemento, encontramos e abordamos um rapaz jovem, bastante castigado pela vida. Um mendigo. Ficha limpa, ele disse q foi provocado por estudantes dentro do ginásio e por isso foi embora de lá. Ele também relatou que era viciado em crack, e preferia ser preso à viver na rua, pois em casa ele era agredido (provavelmente por causar transtornos devido ao vício).
Logo após ser liberado, constatei q o mesmo começou a chorar por ser provocado por alunos q passavam no local. E se irritou a ponto de jogar fora o alimento que tinha em mãos. Isto me fez ver tudo que aconteceu dentro do ginásio: os guris do colégio, na sua ausência de massa encefálica, começaram a fazer gracejos com o dito mendigo. O mesmo deve ter revidado com ofensas verbais. Algum professor filho-duma-puta, de classe média alta, constatando a presença de um mendigo, acionou o 190.
Este professor nada mais representa do que a sociedade média, que não quer ver seu patrimônio ameaçado pelas hordas bárbaras destruidoras. Pouco importando se o pobre que ela enxerga é um simples andarilho, um trabalhador braçal ou um fascínora. A classe média não quer ser lembrada que a poucos quarteirões de suas casinhas, um semelhante seu passa fome, sofre com problemas existenciais, familiares, psicológicos, fisiológicos...
As classes mais abastadas estão agora sendo ameaçadas pelo crack. Seus pobres filhinhos não podem ser alcançados por esse mal. Coincidentemente, os veículos de comunicação começaram campanhas contra o crack recentemente. Eu lembro de ver garotos de rua, em porto Alegre usando o crack lá por idos de 1993. Por que só agora campanhas desse alcance contra a pedra ?
Ah, mas esses eram os meninos que as classes decentes não querem ver. Liga pro 190 pra tirar esses moleques daqui !

domingo, 9 de maio de 2010

Que bosta. Esse ano estou um alienado total. Não sei nem as notícias de esportes. Preciso me intelectualizar.

sábado, 1 de maio de 2010

Boxe

Retornei essa semana aos treinamentos pugilísticos... Espero estar em forma daqui a uns 2 meses, no máximo.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Abandono

Só para constar, abandonei a faculdade de Educação Física. Pretendo me dedicar a outros projetos.

sábado, 24 de abril de 2010

Carl "Frocha" para Kessler !

Me desculpem meus leitores (se é que ainda estão por aí), mas sempre sonhei com essa manchete, que cá para nós, é a maior sacada trocadilhesca do meio boxístico ! Para quem quer entender: www.round13.com.br/ver_noticia_boxe.php?not=resultados-mikkel-kessler-carl-froch-tomasz-adamek-chris-arreola-brahmer

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O fim está próximo

Não escrevi nada em quase 1 mês. Não tenho conseguido concentração para tanto. Porém, hoje entrei aqui só pra escrever umas bobagens, como sempre, pois aproximam-se dias de grandes mudanças... O fim está próximo... E todo fim é um reinício.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Xadrez

Joguei um torneio de xadrez domingo, na praça. Terminei invicto em 5 rodadas (2 vitórias e 3 empates) e consegui um mísero 7º lugar.

Volta à vida acadêmica

Iniciei hoje no curso de Educação Física da Universidade Federal do Pampa. Com horários ruins, será difícil conciliar o curso com os meus afazeres profissionais. Porém, tudo tem seu ônus e bônus...

terça-feira, 9 de março de 2010

Planta-se agora para colher no futuro.

Puxa vida... ando sem a mínima inspiração para escrever. Porém, hoje decidi escrever sobre uma vontade que vem me acometendo há vários dias, e se intensifica cada vez mais.
Tenho tido muita vontade de lutar. Já se vão longos 6 meses sem subir ao ringue. É triste ver o condicionamento físico degradando-se, e pouco ou nada poder fazer. Cada vez que entro na academia (e raras vezes foram nesses últimos 6 meses), sinto uma tristeza enorme por não poder me dedicar ao treino como me dedicava antigamente. Assistir a lutas passadas e pensar algo como "eu conseguia fazer isso..." é bastante deprimente, tendo em vista meus curtos 25 anos de existência. Curtos. O tempo "ruge". Infelizmente (ou felizmente) o boxe é um esporte difícil. No Brasil muito mais difícil. Sem poder me dedicar a ele como gostaria, por nunca ter um retorno financeiro satisfatório, tive de optar por outro caminho.
Quem sabe ainda dê tempo de ser um bom aficcionado.
Por hoje é só.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Primeiro Post do ano e um filme de Van Damme

Pois é, primeiro post do ano. 2010 até que começou bem legal. Não tenho tido tempo de postar nada. Porém, com um pouco de sacrifício sempre é possível arranjar um tempinho, mesmo q pouco, para fazer (ou tentar fazer) as coisas que gostamos de fazer. Sei que ninguém costuma ler meu Blog, ainda mais com todo esse tempo desatualizado, mas mesmo assim me sinto na obrigação de tentar escrever algo decente para aqueles que vez por outra entram nesse negócio aqui. Andei assistindo o filme "Hell", com o ator belga Jean Claude Van Damme (que alguns filhos-das-putas ainda insistem em chamar de Van DaImme). O curioso desse filme, para mim, nem é o prórpio filme, mas o fato de eu ter visto partes desse filme pelo menos umas dez vezes, sem nunca ter assistido do início ao fim. Inclusive tinham algumas partes que eu pensava que fossem no fim do filme, e eram bem no início. Uma grande curiosidade minha era saber como terminava o filme, pois filmes de presídio geralmente terminam com a fuga do prisioneiro (Fuga de Alcatraz) ou com a morte do mesmo (Rebeldia Indomável). E geralmente focam todo o enredo nas tentativas de fuga do protagonista, ao contrário de Hell, que foca mais no drama do personagem de Van Damme e nas suas lutas.