quinta-feira, 29 de julho de 2010

Futebol, de novo

Definitivamente, futebol não me desperta mais paixão. Ontem, dormi antes de terminar o primeiro tempo do jogo Inter X São Paulo. Não acordei nem na hora do gol.
Algumas pessoas acham estranho o fato de eu não ser um apaixonado por futebol. Na verdade, nunca fui. Mas já torci mais pelo meu time e já apreciei mais o esporte das quatro linhas.
Porém, hoje em dia penso que eu não ganho nada, absolutamente nada, para me sentar em frente a uma TV ou dentro de um estádio e torcer pelo Colorado mais amado do Brasil. Isso vai contra a minha atual filosofia de me estressar apenas em caso de extrema necessidade.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Futebol

Olha só. Pela primeira vez nesse ano, vou assistir a uma partida do time de futebol para o qual eu torço (Inter). Tenho me afastado cada vez mais do futebol, tanto na prática quanto na torcida. Nesse ano de Copa do Mundo, pouco ou quase nada vi da maior competição de futebol do mundo.
Analisando este fato, me dei conta de que na verdade, quero me afastar da mediocridade toda que envolve o futebol e suas torcidas. Um exemplo prático: é muito difícil (pelo menos era quando eu assistia) ver um técnico ou um jogador reconhecer e aceitar a derrota para um time que foi superior. É muito mais comum se botar a culpa na arbitragem ou em algum lance isolado. Assim o é também no meio das torcidas, no cotidiano de cada um de nós. É corriqueiro ver gente arrasada porque sua equipe perdeu. E ao invés de se discutir saudavelmente e/ou reconhecer a derrota, se inventam desculpas ou nem isso, tocam flauta por antecipação (como em 2006, quando o Inter conquistou o Planeta, e muitos gremistas, estarrecidos, quase enlouqueceram por não ter argumento algum para contestar, nem mesmo o do árbitro. A propósito: Me perdoa, Gabirú !). Em vista disso tudo (e outras coisas mais), venho me afastando mais e mais desse meio, para evitar o contato com essa massa humana cinzenta da mediocridade.
Tá começando o jogo, vou assistir, porque afinal de contas, ainda aprecio o esporte nacional.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Mais um chinelão com curso superior

Faz dias que não posto nada. O antigo hábito de ficar sem idéias pra escrever segue me incomodando. Soma-se a isso todas as minhas limitações intelectuais.
Por falar em limitações intelectuais, dia 5 de Agosto concluo uma jornada de 6 anos e meio, terminando a formação superior. Praticamente não precisei superar esses ditos obstáculos, mas também não foi fácil (mais por fatores não-acadêmicos).
Passei por 3 turmas de História na finada PUC de Uruguaiana. A primeira, se formou em 2007, e a propósito, não me convidaram pra formatura. A segunda, se formou em 2009, e recebi convite pra formatura, mas não fui (me deu caganeira no dia). É a turma que permaneci mais tempo e onde se formaram os Leões Históricos. A terceira turma, fiz uma cadeira só com eles, e tirando uns 2 ou 3, são uma cambada de pais-nos-cús.
Dos 6 anos e meio que levarei para me formar, apenas 4 foram efetivamente nos bancos acadêmicos. Os restantes dois anos e meio, dois foram um período de privações e dificuldades, tal qual os hebreus no cativeiro do Egito, e o restante meio ano foi quando comecei a atravessar o Mar Vermelho.
Ainda não cheguei na Terra Prometida, mas o fato de me tornar licenciado em História vai iniciar mais uma era na minha vida. Nesta era, tenho certeza, o universo vai conspirar para que seja de aprimoramento pessoal, paz, saúde e felicidade.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Sonhos do Éd #8 - Cachorros motoqueiros

Hoje sonhei que eu estava de serviço em um lugar muito parecido com Bagé, mas era Uruguaiana, porque eu sabia que estava perto do Parcão.
Estava eu perto de uma esquina, quando um cachorro caiu de moto (uma Bros vermelha), enquanto dava um cavalinho de pau. O cachorro era do tamanho de um labrador, cor de caramelo. Não consegui identificar a raça dele. O mesmo ficou caído, enquanto me aproximo. Quando estou a poucos passos dele, um cachorro idêntico, em uma moto igual, cai há poucos metros do primeiro. Só que este caiu pra frente, como se tivesse freado a roda da frente. Como num passe de mágica, os dois ficam ao alcance dos meus braços, ambos desacordados. Fico com uma mão em cima de cada, para impedir que fugissem. Em nenhum momento do sonho achei estranho o fato de cães estarem dirigindo as motos e nem me perguntei se eles tinham CNH.
Quando penso em pedir reforço (não tinha rádio) chega um carro branco, com um cara que tinha um celular com comandos em espanhol (da Argentina). Este celular sintonizava na frequência da polícia. No momento que vou pedir reforço, começam a atirar em minha direção, de um lugar que não consegui identificar. Me abrigo na porta do carro branco, que é alvejada seguidas vezes. Aí eu acordei.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Sonhos do Éd #7 - Rambo II

Esse sonho é de 06/07/2010.
Eu morava em um barco ancorado no meio de um rio, perto de um pântano. Era eu nada menos que o Rambo, no segundo filme da série. Trajava uma calça camuflada e estava sem camisa, com uma faxinha na cabeça, e era exatamente como o personagem do Stallone neste filme. Só que enquanto se passava o sonho, eu sabia que eu estava "Rambo II" (e não igual a Stallone ou Rambo).
O país onde o barco estava se encontrava em guerra. Não sei que país era, nem contra quem era a guerra, mas ela estava acontecendo, e eu sabia disso no sonho. A embarcação que eu morava foi invadida e toda tripulação foi morta, pelo Cel. Trautman jovem, que trajava camiseta cinza e calça preta, meio num estilo anos 50/60, e por outros caras, que queriam me matar. Consegui fugir. Um dos tripulantes do barco não teve a mesma sorte minha e dos outros, e teve seu cú comido pelo Cel. Trautman jovem.
Tentei (Rambo II) um contra-ataque logo que escureceu, mas fui repelido, e tive que pular do barco para um barro (tipo aqueles de catar caranguejo) que estava à esquerda do navio. Neste barro, encontro algumas pistolas PT-940, que deveriam ser oriundas da guerra que estava acontecendo no local.
Resolvi então esperar amanhecer para voltar ao barco. Não recordo o porquê, mas tinha certeza de que ao amanhecer, tomaria o barco-casa pacificamente. Fico à espreita então, à retaguarda do barco. À esta altura, aliás, já não era mais uma embarcação, e sim uma casa, e o rio se havia transformado em um gramado, aos fundos da casa.
Já dia claro, chegam em casa, pelos fundos, Thaline, Francisco (este chega fazendo positivo), Dione e Eduardo (todos amigos boxeadores na vida real), todos eles devidamente abrigados com os agasalhos da Duzac Boxe (estavam chegando de um evento de boxe em outra cidade). Faço sinal de silêncio (a esta altura, eu já estava em meu corpo), mas já era tarde. Luciano Romeiro (outro amigo da academia) já estava batendo na porta. Acelero o passo então e entro na casa, dizendo ao Cel. Trautman jovem: "Eu disse que entraria aqui de cabeça erguida!". Nisso, vou até um fuzil (SAR, FAL ou AR-15, não recordo exatamente qual), pego-o e faço mira em uma árvore. Não atiro pois há uma criança de vestido vermelho perto dessa árvore. Olho em todas as direções, e em nenhuma delas posso disparar, pois há casas e pessoas ao longe. Miro então na guriazinha do vestido vermelho e atiro, pois nesse momento é revelado que a arma é um fuzil de paint-ball. Dou uma rajada na menina, e começo a disparar em tudo e em todos, em um clima de muita diversão.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Resenha Games #1 - Hang On (Master System)

Ontem recebi uma dica de um anônimo, aqui no blog, para escrever resenhas sobre jogos que eu esteja jogando. Não me lembro de ter escrito resenha sobre algum jogo. Mas resolvi aceitar esse desafio.

Joguei por aproximadamente 1 hora o jogo de corrida "Hang On", para Master System. É um jogo relativamente fácil de jogar, mas nem por isso deixa de ser divertido. Ele se resume em 4 pistas, e cada vez que se completa as 4 pistas, aumenta o nível de dificuldade, sendo acrescentadas umas curvas mais radicais.

Me lembro que eu jogava Hang On em meados dos anos de 1990. Ele vinha na memória do Master System II, juntamente com o jogo Safari Hunt. Me parecia ser mais difícil na época. Confesso, quase chorei ao escutar a musiquinha que dá quando aparece esta tela:

E quanto às manobras, não pode encostar nos objetos fora da pista, nem nos motoqueiros gordões:

Sonhos do Éd #6 - O julgamento de Herodes

Já postei aqui neste blog sobre o sonho da esfinge. Hoje, publico em primeira mão um sonho que tive em 1997, e nunca contei pra ninguém.
Já fazem em torno de 13 anos que sonhei isto, portanto, são poucos os detalhes que lembro. No sonho, estava passando um documentário sobre o que tinha acontecido com o rei Herodes (aquele da bíblia mesmo) após a morte dele.
O que lembro do sonho é uma caminhonete estilo rancheiro do Texas em um lugar deserto. E o Herodes caindo em um poço aparentemente sem fim. Ele caía em câmera lenta. Durante o sonho, o narrador falava algumas coisas que não lembro.

domingo, 4 de julho de 2010

Games

Durante a minha infância, eu apreciava muito jogos de video-game. Eu tive o console Phantom System e depois um Master System II. Os dois chegaram a conviver por alguns anos. Eu jogava em uma TV Philco Preto-e-Branco. Sofria bastante o problema de ter poucos cartuchos.
Já na adolescência, passei a fazer uso de emuladores, e podia jogar nos consoles que não podia adquirir na infância (Snes e Mega Drive). Jogava alguns games de PC tb.
De um tempo pra cá, parei de jogar. Puta que pariu ! Eu mesmo que escrevi, há poucos dias atrás, que iria tomar uma postura mais zen. Precisei que um velho amigo me dissesse que eu estava "jogando fora o que me tornava mais jovem". Parei pra pensar e vi que não estava jogando mais, pq estava estudando, preocupado com dinheiro, trabalho, etc...
Olho-do-cú tudo isso ! Jogar video-games é uma ótima atividade para relaxar, desestressar e fazer uma meditação contemplativa. Portanto, estou de volta naquilo que me torna mais jovem.

sábado, 3 de julho de 2010

EU SOU UM MERDA !

Eu sou um merda. É duro ter que admitir, mas é verdade. Minha vida é uma coleção de inúmeros fracassos, intercalados com alguns poucos sucessos insignificantes, ou QUASES que volta e meia acontecem.
É complicado escrever uma autocrítica. Mas chega uma hora que os fracassos se acumulam demais, e não tem como deixar de escrever uma crítica leve às minhas conquistas (?) na vida (?). Não tenho talento algum. O máximo que eu consigo é ser mediano em algumas coisas. E só. A mediocridade é o máximo que consegui atingir na vida. E disso, provavelmente não passarei.
Digo isso em todos os segmentos. Nunca tive uma vida equilibrada. Parece que tudo é limitado pra mim. Inclusive, durante alguns anos da minha vida, tinha a plena certeza que existia uma conspiração mundial para me prejudicar. Hoje em dia não acredito mais nisso. Mas consigo perceber uma Força Superior interferindo (e limitando) os acontecimentos da minha vida. Só não sei o propósito dessa Força. Quem me conhece sabe que tem coisas que só acontecem comigo (creio que devido à ação da Força).
Eu sou uma pessoa que nada deixarei para a posteridade. Não sou útil em merda nenhuma para a sociedade. E após a minha morte, cairei no esquecimento (ou até mesmo antes dela). Eu me pergunto então, de que serviu minha vida até hoje ? Eu mesmo respondo: Para praticamente nada.
É bem como dizia John Rambo (ou teria dito): "Viver por nada ou morrer por alguma coisa".