terça-feira, 19 de outubro de 2010

Sonhos do Éd #16 - Criaturas

Estava eu e meu irmão mais velho fugindo de duas criaturas tipo uns Mini T.Rex Demoníacos. Estes monstros devoravam tudo o que havia pela frente, e estavam literalmente acabando com o planeta (que no sonho era plano), restando apenas o pedaço de terra em que nós estávamos.
Já tínhamos saído de várias casas, mas os monstrinhos comiam tudo (estávamos como os 3 porquinhos fugindo do Lobo Mau). Na última casa (restava só uns campos verdejantes no mundo, que se estendiam pra trás da casa), os dinosssauros não estavam conseguindo devorar rapidamente a porta, fato que me permitiu ter uma rápida idéia: fugir pelo sótão. Um momento antes de ter a ídéia, meu irmão tinha se transformado no Professor Gilmar, do programa humorístico Hermes e Renato.
Fugimos pelo forro da casa e caímos numa edificação semelhante ao Shopping Praia de Belas, aqui de Porto Alegre. Nesse momento, como passamos de fase, os monstros já não mais podiam nos pegar, e o fato de o mundo ter sido destruído foi mudando com o passar dos segundos.
Nesse complexo tinha uma fila para consulta médica. Nos escondemos atás de uns vasos de flores para escutar o que o médico estava falando para o primeiro da fila, que por acaso era um pau-no-cú que conheço. O médico disse que ele não poderia mais trabalhar. Depois disso eu acho que acordei.

sábado, 16 de outubro de 2010

Sonhos do Éd #15 - O Pastor Éd

Esse parece que foi real. Tenho certeza de que estive nesse lugar:
Cheguei eu, com trajes casuais (calça e camiseta) em uma edificação imunda, abandonada e sem reboco. Neste local, vários mendigos e prostitutas horríveis presentes. Duas vêm até mim oferecer seus serviços. Rechaço a oferta de uma delas, sob a alegação de que não era nada pessoal, apenas não era meu estilo. Elas então se desmaterializam. Sigo andando pelo local. Vejo doentes terminais deitados no chão, cobertos por mantas. Me aproximo de um deles e vejo q é uma mulher, excessivamente magra e feia. Essa mulher fala, meio dormindo : "Por favor ! Me prende em casa !"
Saio de perto dela e vou até uma velha, e digo para ela : "Sabia que Jesus te ama ? Sai dessa vida !". Ao que ela responde : "Não acredito nele". Arremato então: "MAS ELE ACREDITA EM TI !".
O resto do sonho, não me foi permitido lembrar por forças superiores a mim.
PS. Não tenho religião alguma. Quem me conhece sabe.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Sonhos do Éd #14 - Conan no Castelo

Hoje, no mundo de Morfeu, eu controlava um personagem chamado "Tom", mas que na verdade era eu. Trajava indumentárias meio que "tríbridas" de Conan+Golden Axe+He Man. Levava junto comigo uma espada também. Me acompanhava uma mulher que não se conseguia ver o rosto durante o sonho, mas dava pra ver suas curvas generosas e contemplar seu corpo forte.
Estávamos dentro de um castelo, ou um templo. Este estava vazio, sem móveis ou decorações. Algumas criaturas nos perseguiam dentro deste templo. Uma das criaturas não consegui identificar, mas era grande e caminhava como uma aranha. A outra criatura era um dos vilões das Tartarugas Ninjas, o Krang, igualzinho a ele no jogo do Super NES (foto abaixo).
Nós fugíamos, escapando através dos aposentos do chateau. No último aposento, ao passar por trás de algumas colunas, centenas de boquinhas surgiram destas colunas e tentavam nos abocanhar (as boquinhas não tinham dentes). Diante da tentativa frustrada dos pilares, o teto começa a cair tb, com mais algumas boquinhas. Conseguimos esquivar tb. Chegamos ao fundo da peça, onde tinha um negócio que parecia um palco. Neste momento, o tríbrido encontrou um alçapão que não existia até o momento dele se abaixar e abri-lo. Ele não foi controlado por mim nesta ação (ele ficou exclusivamente Conan nessa instante). A mulher entra no compartimento, bem no momento que o vilão das tartarugas ninjas lança um poderzinho e o alçapão se fecha, enquanto a mulher cai gritando: "Tooooooooooooooooooooooooommmmm...".
No exato momento que o alçapão se fecha, eu volto ao controle do tríbrido, que não é mais tríbrido, agora é só Conan.
As duas criaturas vão me cercando, quando abro o alçapão e pulo pra dentro, vindo a cair no que seria o porão do castelo. Lá, não há magias e as criaturas não podem entrar (talvez por ser em outra dimensão). Neste porão, eu já sou eu mesmo, no meu corpo (com uniforme de Educação Física da BM) e a mulher se transformou em uma amiga lá de Uruguaiana, a Patrícia (tb com o mesmo uniforme). Enxergamos uma luz acesa bem ao fundo, que vinha de outra peça. Nos aproximamos, e eu então enxergo outro tríbrido, que nada mais era que um amigo nosso chamado Dustien + Michael Jackson no álbum BAD + Paul McCartney. Esse tríbrido estava fazendo a barba à seco, com um aparelho daqueles amarelinhos, descartáveis. Quando me enxergou espiando-o pelo vidro quebrado da janela, emitiu um som que vinha de não sei onde: "Your Butt is mine...", exatamente no ritmo de Bad. Emitiu esse som dando rápidos passinhos de Moonwalker sem sair do lugar e balançando rapidamente a cabeça, tocando o queixo nos dois ombros em uma fração de segundo. Fez tudo isso e veio nos cumprimentar, com cordialidade, através da janelinha quebrada.

sábado, 9 de outubro de 2010

Sonhos do Éd #13 - Roedor-de-carniça

Outro sonho: Eu estava em uma cidade híbrida de São Borja com Uruguaiana. Mais exatamente estava na beira do Rio Uruguai, em um armazém, aparentemente em Uruguaiana (o sr. que me atendeu é de Uruguaiana, mas não é comerciante). Eu tinha em mente sair do estabelecimento comercial e ir a pé até uma agroveterinária na esquina do antigo mercado Fronteira, em São Borja. Tenho a leve impressão de que iria comprar ração para gato. Acabei mudando de idéia quando vi a correnteza do Rio Uruguai, e perguntei para o comerciante se era mais rápido ir remando de caiaque rio acima (contra a correnteza, apesar de a casa de rações ser do lado oposto ao que eu queria remar) ou ir de ônibus (o ônibus da empresa STS, de POA, que eu iria pegar no terminal Parobé, aqui na capital do RS). O Queiroz me recomendou ir de ônibus. Acabei não indo e fiquei no bolicho dele.

No armazém, eu queria comprar algo que não lembro o que era, mas que não tinha lá (será que era a ração ?). Como o dono da venda era meu conhecido, fiquei conversando amenidades com ele enquanto perguntava alguma coisa sobre os animais que estavam engaiolados e à venda na venda. Dentre eles, o que se destacou em minha memória foram uns híbridos entre cachorro salsicha preto + ratinhos de laboratório + hamsters. Tinha uma ninhada de filhotinhos tão pequenos que passavam por entre as grades da gaiola. Os maiores eram do tamanho de um salsicha pequeno, mas durante o sonho foi diminuindo e engordando sem que eu percebesse, até ficar do tamanho de um hamster muito obeso. Perguntei para o quitandeiro que animal era aquele, e ele me disse um nome estranho (em algum idioma alienígena talvez) e depois deu o nome mais popular, que era Roe-carniça, ou roedor-de-carniça. Confesso que agora enquanto escrevo essas linhas me deu um pouco de medinho de ter estado tão perto desse animal. Mas até que o bichinho era bem bonitinho.

Sonhos do Éd #12 - Na Construção Civil

Sonhei que eu estava trabalhando numa construção a céu aberto, aparentemente um muro ou um alicerce. Tinha um pedaço de muro quebrado (ou ainda não construído) por onde saiam os materiais da obra. Isso mesmo, os materiais saiam da obra. Eu carregava sacos de cimento (de 50 kg) com uma facilidade que não tenho na vida real. Os sacos pesavam como se fossem a caixa de doces de batata que comprei essa semana. Juntamente comigo, estava o famoso ex-boxeador uruguaianense Luiz Tibiriçá, o "Tibira". Ele estava ao lado de uma betoneira me dando instruções e lições de moral.
Ele dizia algo como "Esse serviço é muito bruto pra ti", ao que eu respondia com frases irônicas que levavam a crer que eu tinha sido um garotinho criado a leite-com-pêra e Ovomaltino. A ironia não era compreendida pelo antigo pugilista, que se chocava e fazia mais comentários do tipo "Tu não tem força para lutar boxe, cara", ao que eu reforçava as ironias, em uma delas eu lembro que disse que ganhava só na malandragem, e não precisava comer carne (?).
O sonho acabou, logicamente no momento que acordei (embora eu já tenha tido sonhos que seguiram depois de acordado), precisamente quando eu colocava um saco de cimento em um compartimento (carroceria de caminhão ou vagão de trem).

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Sonhos do Éd #11 - O Edifício "Meu Pênis"

Hoje sonhei que eu estava em uma Porto Alegre meio que do futuro. Nesse futuro, tinha um edifício gigantesco, chamado "Seu Pênis" (ou "Meu Pênis", não me lembro no momento). O letreiro se enxergava ao longe, um luminoso com o escrito em letras emendadas. Este prédio tinha um aspeco de que estava abandonado, com pichações, e era ocupado até o décimo andar (ou 15º, também não lembro ao certo). Sua localização era na Avenida Borges de Medeiros. Todos os andares eram ocupados por casas de tolerância e boates de reputação duvidosa. O acesso aos andares se dava através de uma escadaria que circundava toda a construção. A escadaria era também uma imensa varanda, com as entradas dos estabelecimentos à esquerda da varanda.
Fui escalado para fazer algumas averiguações no citado prédio (aparentemente eu era Policial Civil no sonho). Vi alguns malvadões e mal-encarados nas varandas deste prédio, e surpreendentemente algumas figuras conhecidas, justamente nos andares onde os estabelecimentos eram voltados ao público gay. Um outro conhecido foi visto no andar "Sofazão" do prédio. Este justificou que tinha ido só pra conhecer, juntamente com a sua namorada. A identidade de ambos vai ser mantida em segredo.
A medida que eu descia os andares (estava saindo do prédio), os elementos na varanda do edifício ficavam mais malvadões e mais perigosos, alguns inclusive tentando me agredir. Para minha segurança, saco uma IMBEL .380 que trazia comigo, e vou descendo com ela em posição sul, ao que todos abrem caminho para mim. No percurso ainda vejo alguns elementos armados com revólveres 38 da Taurus, mas nenhum esboçou reação ao me ver.
O final do sonho foi meio nebuloso, mas o que eu lembro é que não consegui sair do prédio. Por algum motivo eu iria pular do 1º ou 2º andar, mas lá embaixo estava passando um filme de tiras americanos dos anos 80, com direito a tiros, viatura tipo Landau derrubando latas de lixo nos becos e cantadas de pneus. O resto, realmente não lembro.