sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Último Post de 2010 - As Falsidades de Fim-de-Ano

Últimos minutos de 2010. Mais um ano se foi. Saí um pouco mais cedo do trabalho e resolvi escrever o último post deste ano.

Choveram mensagens de Natal e Fim-de-Ano, a maioria com aquela falsidade característica dessa época do ano. Tem uns filhos-das-putas que ficam o ano todo sem mandar nenhuma mensagem, e no mês de Dezembro começam a mandar aquelas mensagens automáticas cheias de falsidade.

Pior ainda são aqueles que te encontram pessoalmente e forçam um sorriso falso e desejam as melhores coisas do mundo.

VÃO TOMAR NO CÚ VOCÊS TUDO !

Esse tipo de gente tem a mente feita pelos especiais de fim de ano da Globo, e comemoram a arrecadação no Criança Esperança.

Volto ano que vem, aprofundando este tema.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Sonhos do Éd #19 - O programa diabólico

Estava eu em uma cidade estranha, parecida com a descrição de cidades nos Planos Astrais que já li em alguns lugares. Me encontrava hospedado em um hotel, aparentemente.

Na TV, estava passando um programa com uma imagem parecida com a do Fantástico dos anos 70 (talvez porque fosse uma daquelas TVs de madeira, antigas). Duas senhoras dizem, neste programa que irão trazer o Diabo à Terra. Uma das velhas era um baixinha e meio gorda, a outra era a Glória Menezes, que por algum motivo chamava-se (salvo engano meu) Eva Menezes. Para trazê-lo, elas precisariam desaparecer e reaparecer 10 vezes. Minha avó aparece então no sonho (uns 20 anos remoçada), e diz que o ritual não vai dar certo. A vó (N) estava num plano intermediário entre o meu quarto e o auditório onde estava sendo gravado o diabólico programa. 

As duas anciãs começam, então, a desaparecer e reaparecer (basicamente ficava a imagem delas piscando). Na terceira piscada, a gordinha desiste. A outra segue tentando. Eu me desespero e tento impedir com o poder do pensamento que a Glória Menezes prossiga no seu intento. Porém, ela consegue as 10 desaparições, e após uma fração de segundo de mistério, apareçe em letras vermelhas (como se fosse escrito com sangue) que o Diabo não tinha conseguido vir à Terra (apareceu uma mensagem tipo "Saldo de Diabo na Terra: 0"). Minha Vó fala braba que sabia que a Eva Menezes não iria conseguir, e invade o auditório através da minha TV, apontando o dedo para a véia e xingando ela.

Neste momento, faz um "puf" (tipo o Shao Kahn quando perde no MK2 e vai alternando os cenários) e iniciam as manchetes do Jornal do Almoço, com a Cristina Ranzolin de óculos escuros e com tintura prata, igual a do Fred Mercury Prateado, anunciando que o Diabo não conseguiu vir à Terra, mas haviam diversas fotos pelo mundo com supostos registros da sua passagem.

O sonho terminou com uma das fotos anunciadas, em que um vulto vagamente humano cobria a imagem da Lua.

Impressões do Dia #1

Hoje pude expressar algo que sentia há tempos:

A chuva em Porto Alegre tem um cheiro cinza.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Sonhos do Éd #18 - Faroeste com Antônio Fagundes







Este sonho foi sonhado no ano de 2007, muito provavelmente no segundo semestre. Eu nunca anotei esse sonho, e nem me lembraria dele se não fosse um cara que volta e meia comenta esse sonho (falei com o mesmo sobre o sonho, no mesmo dia em que foi sonhado). Esse cara, que não vou citar o nome aqui, nunca falou abertamente, mas já deixou subliminarmente entendido que admira muito o Antônio Fagundes, por isso ficou marcado pelo relato que fiz.

Eu fazia uma mini-série com o Antônio Fagundes. O meu sonho era o primeiro capítulo da mini-série (ou minissérie ?) e tudo se passou em poucos segundos, durante os créditos iniciais. A história se passava num ambiente de faroeste, e estávamos vestidos como cowboys. Estávamos em uma pequena vila para investigar uma série de assassinatos. Eu estava sentado em uma sombra, com o meu cavalo do lado, comendo frutas que estavam mergulhadas no recipiente onde o cavalo bebia água. Se não me falha a memória as frutas eram carambolas, e estavam mergulhadas ali para ficarem fresquinhas e doces (e realmente estavam). A poucos metros dali onde eu estava descansando (parecia ser depois do almoço) corria um pequeno riacho, que deixava a localidade com uma aparência ainda mais interiorana.

Antônio Fagundes surge então a cavalo e me fala algo que não lembro, mas era um sinal para irmos trabalhar. Tudo isso foi transmitido enquanto eram apresentados os créditos na tela, e eu levantei quando finalmente foi mostrado o título da minissérie (ou mini-série ?), que foi anunciado com uma voz parecida com aquela que dizia nos filmes: "Versão Brasileira, Herbert Richers...". Mas o nome da série eu vou ficar devendo.






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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Faxina

Deletei alguns posts antigos desse blog. Resolvi excluir os textos curtos e que não diziam nada. Se bem que se eu fosse deletar tudo que não diz nada, deletaria o blog inteiro. Alguns posts curtos e sem sentido ainda permaneceram, pois servem para me orientar nas datas de acontecimentos passados.