segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Sonhos do Éd #25 - A covarde traição de um ser humano para com o Lobo-Guará

Noite dessas sonhei com um Lobo-Guará que tentava me convencer a deixá-lo adentrar no meu pátio. O local era numa antiga residência da minha infância lá no grande Alegrete, só que no sonho a casa ficava na zona rural, em localização desconhecida.

Não me recordo agora (e nem vou pesquisar no momento, estou com preguicinha) se já escrevi por aqui sobre o Ruffhus, um cachorro que eu tive nos anos 90/2000. Ele sumiu em 2007 e desde então só o vejo esporadicamente em meus sonhos.

Pois o citado cãozinho estava no interior do pátio, em uma espécie de canil improvisado, com cercas de tela. O guará me pedia (falando em português), com grande dose de malandragem (o que me deixou um pouco irritado, pois eu percebia pelo tom da voz dele que ele supunha que iria ser fácil me enganar) para abrir o portão e deixá-lo entrar. A verdadeira intenção dele (isso me foi revelado pela minha intuição no sonho) era entrar em meu pátio e pegar o Ruffhus. E neste momento, analisando friamente a situação, creio que ele iria me atacar e dilacerar minhas víceras em segundos. Ou não.

Ele era bastante insistente, e eu para provar que era mais esperto que ele, resolvi dar uma forcinha. Disse que só tinha um colchão por ali e que poderia colocá-lo junto à cerca para que ele o usasse como apoio para pular para dentro do pátio. Ele aceitou.

Coloquei o colchão (que tinha um tamanho gigante) na vertical pelo lado de fora. O lobo imediatamente, como um raio, recuou e avançou, pedindo para que eu o segurasse na queda. Ele subiu o colchão como se fosse uma moto em uma rampa, e ganhou muita altitude.

Quando o vi decolando, logo achei que minha estratégia de malandragem poderia ser um pouco lesiva demais, pois ela consistia em deixá-lo cair ao solo para que a dor gerada o incapacitasse, ao menos momentaneamente, de concretizar seus planos maléficos contra o Ruffhus. O salto dele foi tão alto que eu pensei que o tombo poderia ser letal, mas mesmo assim executei-o.

O Guará, quando caiu ao solo (com um estrondo terrível), tentou falar algo, mas não conseguiu. Apenas vi em seus olhos a profunda decepção. O olhar que uma criança agonizante no chão dirigiria ao pai que prometeu pegá-la quando ela se jogasse da árvore e, ao salto do filho, se omitiu, dando um passo atrás.

Meus leitores: Eu traí covarde e mortalmente o Guará. E ele morreu. :(

E morreu. :(

sábado, 5 de novembro de 2011

Feira do Livro

Estive ontem passeando na condição de leitor pela 57° Feira do Livro de Porto Alegre. Como não poderia deixar de ser, fiz minhas já tradicionais incursões pelos saldos, onde comprei pouca coisa até o momento. 

Passando pelos estandes, me dei conta que tenho lido e escrito pouca coisa, o que reflete na atual inatividade desse blog.

Outra coisa que percebi nesses últimos dias, e me inspirou a escrever este post é o seguinte: É árdua a missão de ser eu.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Sonhos do Éd #24 - Quebrando o recorde de voo

Este sonho foi no mês de Setembro, em data anterior a 09/09/2011.

Estava eu e mais algumas pessoas subindo a rua Garibaldi, pouco depois da Cristóvão Colombo (em Porto Alegre). Uma das pessoas era um conhecido professor de submission aqui de Porto Alegre. Este entrou e um prédio grande e abandonado que era sua casa. Parece que ele iria buscar algo.

Enquanto isso, vou conversar com algumas pessoas na mesma calçada, em frente a um ônibus (se não me falha a memória neste momento, era um ônibus da Sopal). Entre este grupo estava o ex-boxeador paranaense Osmar Teixeira (conhecido também como "Animal").

Durante a convera com o grupo, deixo cair minha falsa-golinha-rolê (uma manta para aquecer o pescoço que uso na vida real) em uma poça-de-vômito-de-cerveja-de-lata-da-marca-Brahma no chão. Tenho uma reação imediata e desproporcional, dando murros no ônibus e praguejando (eu pensava no frio que iria sentir e no gasto de comprar um nova falsa-golinha-rolê). Um dos conversantes tenta me acalmar dizendo que é apenas um sonho. Na mesma hora, me dou conta que é um sonho mesmo e saio voando ao som da musiquinha do Super Homem.

Consegui uma decolagem em alta velocidade, tentando alcançar algum outro planeta. Vou ganhando altitude rapidamente e quebro meu recorde de altura em vôos de sonho. Através de um rádio imaginário, tento contato com discos voadores pois tinha dois enormes um pouco acima de mim. Entretanto, embora sentindo a presença de outros seres na rede, estes não respondem nada. Enquanto vejo as estrelas se aproximarem, vou abrindo vagarosamente os olhos e vejo uma almofada.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Retorno aos Ringues

Neste último dia 10 de Setembro, tive a honra de compartilhar do mesmo ringue que Evandro Cavalheiro, agora campeão brasileiro super-leve da Assoiação Nacional de Boxe, e Cedenir Apestegui, O Galinho, valente pugilista de Uruguaiana.

Subi ao ringue após 392 dias de ausência, para um combate internacional contra o pugilista uruguaio Manoel Aguirregaray. Foi um combate vibrante, onde contei com o apoio da torcida, que lotava o Ginásio Municipal e me incenivou até o final, ajudando-me a conquistar a vitória por pontos.

A luta também me rendeu um elogio do prefeito de Uruguaiana, Sanchotene Felice, que me parabenizou pessoalmente ao fim do evento.

Espero em breve estar no ringue novamente.
Abrindo caminho com a esquerda.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Jornal do Almoço

Esses dias fui parado por um repórter da RBS TV enquanto passeava pela Rua da Praia, aqui em Porto Alegre. Ele disse que estavam fazendo uma matéria sobre infertilidade e precisavam que eu fizesse uma pergunta. Na hora me dei conta que o meu desconhecimento sobre o assunto era tamanho que não tinha nenhuma dúvida. Antes que eu expressasse meu total desconhecimento sobre o tema, o repóter me mostrou uma lista com perguntas e perguntou se eu poderia ler a pergunta 7. Fiz a pergunta e apareci no Jornal do Almoço 2 dias depois.

Após esse incidente, fiquei pensado em todas as vezes que vi matérias com dúvidas do povo na TV. Na verdade as dúvidas não são do povo, e sim direcionadas pela reportagem, que manipula as perguntas da forma que bem entender.

http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=202604&channel=45



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Sonhos do Éd #23 - Acidente aéreo

Estava eu e uma amiguinha uruguaianense passeando num campus de uma universidade. Repentinamente digo para ela que preciso falar-lhe em local seguro. Tomamos o rumo o hotel onde estávamos hospedados(dentro da faculdade), mas acabamos entrando em um avião, onde a minha amiguinha se transforma em outra conhecida (que por sinal nunca mais vi, na vida acordada). Fico de pé, nos fundos do avião, me segurando. O avião levanta do chão mas não consegue ganhar altitude, caindo no rio Guaíba. Uma mulher sentada à minha esquerda narrou tudo o que iria acontecer.

Fomos parar numa ilha deserta, com o avião partido em dois. Surgem tropas no horizonte e começam a atirar. Me escondo e fico vendo projéteis de .380 se acumularem na fuselagem do avião Os sobreviventes começam a fugir desordenadamente. Tento fugir e sou capturado por uma mulher com uma arma longa (não lembro se fuzil ou espingarda). Viro escravo. Minha tarefa (que foi passada pela muher) é recolher projéteis do chão. Pergunto pra mulher se só os calibre .380 ou os 762 também. Ela imediatamente mete a arma na minha cabeça e pergunta algo do tipo "Tá de brincadeira comigo ?". Em seguida, ainda com a arma na minha cabeça, ela disse que eu estava pensando em uma colega (não, eu não estava, talvez ela tenha querido dizer que ela estava pensando em mim) ao mesmo tempo que se materializa a citada e mais uma pessoa. A combatente diz então que precisamos fazer um ritual com uma flanela (flanela que por sinal é minha na vida real).

[CONTEÚDO OMITIDO].

Feito o ritual, me afasto pelos campos, enquanto toca a música "It's a Long Road", de Dan Hill (do filme Rambo I).

Chego em uma floresta. Estou fugindo. Militares vietnamitas perseguem eu e meu irmão mais novo (sim, ele apareceu agora). Dois deles conseguem nos alcançar. Porém, Andrey ainda consegue fugir através de um alçapão cheio de bananas embaixo de uma moita, que dava para outra dimensão. Eu fico para enfrentar os vietcongues que se tranformaram em monstros. Entretanto, eu havia ganho os poderes do Sub Zero do Mortal Kombat 3 (de congelar os oponentes), o que não impediu de machucar a mão, devido ao ataque de um dos monstros com a sua adaga. Depois disso eu acho que acordei, com a mão doendo.

Sonho do dia 04/08/2011.


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Tipos típicos porto-alegrenses #1 - O cheirador-de-cú

Tenho notado, em minhas andanças na capital, que existem várias figuras típicas desta metrópole gaúcha. Uma figura que em especial me incomoda é este que uso pra inaugurar mais uma série nesse blog: o cheirador-de-cú.

Esse Tipo é um cara que faz questão de estar com a narina dele na linha do cú da pessoa da frente. E bem perto. E tenho a leve impresão de que só acontece comigo. Ou só eu noto. Ou só eu tenho a coragem de falar. E escrever também.

O cheirador-de-cú chega a enrolar uns segundos antes de pisar na escada rolante, só pra ter um enquadramento perfeito de narina-cú. Esta técnica é bastante irritante, pois se torna claro que o único objetivo dessa mente doentia é conseguir esse alinhamento perfeito Já vi uns que correram pra não perderem tal enquadramento.

Ele nem sempre anda sozinho. Aliás, às vezes tambén é ela. Mas as mulheres são a minoria nesta incômoda categoria. Já tive o desprazer de encarar uma escada rolante lotada com um casal alegremente bem posicionado para aspirar meus odores anais.

Esse tipo típico anda principalmente pelos shoppings da capital.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Pós-Graduação

Este mês iniciei uma pós graduação, a nível de Especialização (Lato Sensu), em Metodologia do Ensino de Filosofia e Sociologia, curso este da Uniasselvi.

Eu sempre fui um entusiasta do EAD (Ensino a Distância). Desde os tempos da faculdade (que era presencial) eu já me identificava com esse tipo de metodologia dizendo que perdia tempo indo na aula enquanto eu poderia estar em casa estudando. Até acho que já escrevi sobre isso, há alguns anos, aqui mesmo neste blog.

Tive a oportunidade de realizar vários cursos EAD, mas este é o primeiro na modalidade em nível acadêmico. Este curso oferecido pela Uniasselvi contará com aulas totalmente on-line, DVD com vídeo-aula, material impresso e ambiente virtual com material de apoio. Precisarei me deslocar até o pólo somente para as avaliações finais e apresentação do TCC.

Como em várias outras coisas que fiz na minha até o momento curta vida, recebi duras críticas de pessoas que me conhecem e não têm uma capacidade razoável de raciocínio, e pensam que as pessoas têm que conhecer e trabalhar em apenas uma área, não podendo ter gostos diversos e exercer múltiplas funções na vida.

Outra coisa que eu sempre disse que pretendia fazer uma pós na área de filosofia, após formado. Pois aí está. Mais uma etapa iniciada. Rumo ao mestrado.

Link para a página do curso: http://www.uniasselvipos.com.br/hp-2.0/cursos/cursos_ler.php?codi=MFS

domingo, 31 de julho de 2011

Motorhome

Agora eu posso dirigir motorhome:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12452.htm#art1

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Samsung Galaxy 5

Entrei no mundo dos Smartphones agora. Adquiri um Samsung Galaxy 5, semana passada. O mesmo tem Android 2.1, 3g, wi-fi... Os pontos fracos dele são a câmera, com 2.0 megapixel, e a bateria, que dura muito pouco. Usando algumas poucas dezenas de minutos de internet, a bateria durou algo em torno de 24 horas. E um pouco mais sem internet, apenas lendo e-books e jogando xadrez nele.

No geral gostei, é como se fosse um computador de mão (alguém lembra dos palmtops ?), tem um processador de 600mhz e RAM de 128.

O preço é bastante atrativo: paguei R$ 419 por ele.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Copa QI de Xadrez

Andei me aventurando, durante essas minhas férias, a treinar um pequeno pupilo, que estava desejoso de aventurar-se pelo mágico mundo do xadrez.

Topei o desafio, que veio até mim no último dia de Abril, e concomitantemente ao auxílio ao pequeno enxadrista, acabei retornando aos tabuleiros também (conforme os dois posts anteriores).

Após 23 dias de dublê de técnico, meu aluno acabou colhendo frutos da sua dedicação, sendo vice-campeão da etapa de Porto Alegre da Copa QI de Xadrez. Andrey Silveira, como é conhecido o meu aluno, ganhou 4 das 5 partidas que disputou, perdendo somente para Vicente Grabin, que sagrou-se o vencedor do torneio na categoria sub 12.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Classificação final V Cultura Open

Conforme prometido no último post, a tabela de classificação do V Cultura Open. Um detalhe interessante que eu apenas notei ao ver a classificação final: apenas um enxadrista teve mais vitórias do que eu.


CLASSIFICAÇÃO FINAL V CULTURA OPEN - PORTO ALEGRE
Place Name                       Feder Rtg  Loc  Score M-Buch. Buch. Berg. Progr. Wins
  1   Felipe K. Menna Barreto   ABS   2193 2113 6        26.0  35.0 29.25   25.5    5
  2   Andre Augusto Gazola      ABS   2105 1991 6        22.5  31.5 26.25   25.0    5
  3   André Jacques Schwartz    ABS        2039 6        21.5  30.5 24.50   25.0    6
  4   Guilherme Genro           ABS        1920 5.5      25.0  34.0 25.25   24.0    5
  5   Eduardo Munoa             ABS   2080 2120 5.5      22.0  28.5 20.25   24.0    5
  6   Rodrigo Bruscato          ABS        1959 5.5      21.0  28.0 19.50   23.0    5
  7   Dayan Kuhn Deste          ABS        1924 5        24.0  33.0 21.00   22.0    5
  8   Eider Tiago da Cruz       ABS   2188 2001 5        21.5  30.5 20.00   21.0    5
  9   Éderson S. dos Santos     ABS             5        19.0  27.0 17.50   18.0    5
 10   Antonio Benevenga         ABS        1846 5        19.0  27.0 16.00   21.0    5
 11   Leonardo Machado          ABS        1894 5        17.5  23.5 16.00   19.5    4
 12   João C. Orguim da Silva   ABS   1932 1948 5        17.0  24.0 15.50   17.0    5
 13   Vinicius Eltz             ABS             4.5      24.0  33.0 19.25   21.0    4
 14   Victor Hugo Fontana       ABS             4.5      21.0  29.5 17.50   18.5    3
 15   Ivanei Ferreira Araujo    ABS        1815 4.5      21.0  29.0 16.00   18.5    4
 16   Luiz Itamir Fonseca       VET        1842 4.5      20.5  28.5 15.25   19.5    4
 17   Carlos A. Gomes Karoly    ABS        1946 4.5      20.0  28.0 16.00   19.5    4
 18   Vinicius Chemale Budde    ABS        1882 4.5      19.5  28.0 15.75   19.0    4
 19   Alexandro Bordignon       ABS        1906 4.5      18.5  26.5 15.50   19.5    4
 20   Guilherme Vargas Teixeira ABS        1786 4.5      17.5  25.0 13.50   17.5    4
 21   Leonardo Pereira          ABS        1800 4        21.5  30.5 15.50   19.0    4
 22   Thiago Ramos da Silva     ABS             4        21.0  29.5 15.75   16.5    3
 23   Ademar Kontz              VET             4        20.0  28.0 14.00   16.0    4
 24   Márcio Bidigaray          ABS        1725 4        19.0  26.5 13.25   16.5    3
 25   Airton Dias               VET        1822 4        19.0  26.0 12.50   16.0    4
 26   Rogério Einloft do Amaral ABS   1894 1862 4        17.5  25.0 14.00   16.5    3
 27   Jairo Luz                 VET        1787 4        17.5  23.0 11.00   13.0    4
 28   Robson Tariga da Silva    ABS        1770 4        17.0  24.0 11.50   16.0    4
 29   Natan Biuara Estivallet   ABS        1830 4        16.0  22.5  8.00   15.0    4
 30   Armando da Silva Neto Jr  ABS             4        15.0  20.0  9.50   12.0    4
 31   Ricardo Correa Ledur      VET        1800 4        13.5  18.5  9.50   13.0    4
 32   Willian Ramos             ABS             3.5      21.5  29.5 12.25   18.5    3
 33   Edson Soyaux              VET        2006 3.5      21.0  28.5 12.25   19.5    3
 34   Natanael M. C. Noronha    ABS             3.5      19.0  26.0 11.00   15.5    3
 35   Luciano Steffen           ABS             3.5      18.0  26.0 11.50   14.0    3
 36   Diego Bojunga Meneghetti  ABS             3.5      18.0  25.0 10.00   14.0    3
 37   Ozeias da Cunha Ferreira  ABS        1802 3.5      17.0  24.0  9.75   15.0    3
 38   Armando Scharlau Pereira  VET   1712 1839 3.5      15.5  22.0  9.25   15.0    3
 39   Elisandro da S. Pimenta   ABS             3.5      14.5  21.0  8.25   13.0    3
 40   Jonas Stocker             ABS             3        20.5  28.5 10.00   11.0    3
 41   Josinei R. de Azeredo     ABS             3        20.0  27.5  6.00   15.0    3
 42   Arthur Eugênio Schwartz   S18             3        17.5  25.0  9.25   14.5    2
 43   José Leopoldo Dexheimer   VET             3        17.5  25.0  8.25   12.0    2
 44   Vagner Oselame            ABS             3        16.5  21.0  6.00   12.0    3
 45   Wagner Pessopani          ABS             3        15.5  20.5  6.00    9.0    3
 46   Alberto Baseggio          ABS             3        15.0  23.0  6.50    9.0    3
 47   Francisco das Chagas de O VET             3        15.0  21.5  6.50   12.0    3
 48   João Guilherme Duliius    S18             3        14.5  21.5  4.00    8.0    3
 49   Richard Da Silva Moreira  S18             3        14.5  21.0  4.00   11.0    3
 50   Eliézer de Carvalho       S18             3        14.5  19.0  5.00   11.0    3
 51   Bruno Rosa                S18             3        13.5  21.0  6.00   10.0    3
 52   Gabriel Cardoso           S18             3        13.5  18.5  6.00    9.0    3
 53   Silvio de Oliveira Rosa   ABS             2.5      18.5  26.5  5.75   13.0    1
 54   Marcus Vinícius           S18             2.5      18.0  25.0  7.75   12.5    2
 55   Raul Rigoli               ABS             2.5      18.0  25.0  6.25   10.5    2
 56   Ítalo Assunção Mezari Dua S18             2.5      16.0  23.5  3.75   11.5    1
 57   Camila Da Silva Moreira   S12F            2.5      15.0  22.0  4.25    9.5    2
 58   Tarcisio Rabaiolli        ABS             2.5      14.5  19.5  6.00    7.5    2
 59   Paulo Ricardo Izidro      ABS             2.5      14.5  19.0  5.25    9.0    2
 60   Diego Queiroz             ABS             2        16.0  23.0  5.50    9.0    2
 61   Franciele Da Silva Rosa   S12F            2        16.0  23.0  2.00    7.0    1
 62   Alairton Douglas          S18             2        15.5  20.5  3.00    8.0    2
 63   Artemise Souza Barroggi   ABSF            2        14.5  19.5  5.00    7.0    2
 64   Dyeniffer Soares          S18F            2        13.5  18.0  4.00    8.0    2
 65   Jade Zimmermann           S18F            2        12.0  16.0  1.00    4.0    1
 66   Douglas D. Silveira de Li S18             2        11.5  16.5  2.00    5.0    2
 67   Gustavo Burkhart          ABS             1        15.5  22.5  2.00    4.0    1
 68   Alexson Jean Aquino       S18             1        15.5  21.0  0.00    2.0    0
 69   Caroline De Lima          S12F            1        13.5  21.0  0.00    4.0    0
 70   Fernando H. Sant'Anna     ABS             0         5.5   9.0  0.00    0.0    0
 71   Rodolfo Magnus Perondi    ABS        1852 0         2.0   2.0  0.00    0.0    0

Que o futuro me traga coisas divertidas.

sábado, 21 de maio de 2011

Retorno aos tabuleiros com estilo

Mais um novo retorno aos tabuleiros. Disputei na tarde de hoje (21/05/2011), na Livraria Cultura, em Porto Alegre, o V Cultura Open de Xadrez. Supreendentemente, fiquei com uma boa nona colocação, recebendo por isso uma medalha e uma camiseta, que visto no momento que digito estas linhas.

Após 7 rodadas, somei 5 pontos (5 vitórias e duas derrotas). O nível do torneio foi forte, contando com a participação de 3 campeões estaduais dos últimos anos (2008, 2006 e 2005) e mais alguns fortes enxadristas.

Seguirei treinando, na espera de futuros eventos (inclusive Chessboxing, se aparecer).

Posteriormente publicarei a tabela de classificação.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Osama nas alturas !

Morreu o Osama Bin. Ou não. Isso não importa. O que importa é que os EUA já escreveram esse ponto da história. Ele está morto. Não importa mais se ainda está vivo ou se já tinha morrido há tempos.

Agora, é esperar os contra-ataques dos vilões, a Al Qaeda. Os mocinhos (USA), irão revidar com mais intervencionismos mundo afora (Iemen ?). E menos direitos civis em seu país (em seus quintais também - copa do mundo, olimpíadas...).

Mais guerra ao terror. Engraçado que não existem mais comunistas. Antigamente, a guerra dos mocinhos era contra os terríveis comunistas (sovietes). Os sovietes eram seres tão vis e covardes que seriam capazes de usar uma pobre donzela inocente como escudo humano. Aliás, foi essa mesma atitude que um muçulmano do mal teve (http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/05/obama-confirma-morte-de-osama-bin-laden.html). Bandidos sem criatividade ? Esse vilão teve o fim que merecia, não sem vitimar a mulher. Os heróis nem sempre conseguem salvar a todos.

E quem nos salvará dos heróis ? Obama, Osama... Bandidos e mocinhos tão parecidos ! Chegamos a nos confundir.

No fim, tudo são flores (ou dólares ?).

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Sonhos o Éd #22 - Cagando no ônibus

Este sonho tem já uns dias.

Estava trabalhando nas ruas de São Borja, com o horário de saida às 13hrs, parece. Às 10 e pouco decido pegar um ônibus e ir pra Vó Glória, pra matar tempo. Desde o início do sonho eu estava com uma tremenda vontade de "ir aos pés". Então, no ônibus, decido cagar no último banco, à direita do motorista, pois neste banco era o banheiro do ônibus.

Feita a necessidade, passo à parte da higiene. Enquanto limpo o cú (com os passageiros e os passantes na rua olhando), a parada se aproxima mais rápido do q posso me limpar. Decido então limpar meia-boca e terminar a limpeza do meu ânus em algum banheiro de bar no caminho q teria q fazer a pé.

Corta. Apareço já na casa da vó (será que eu terminei a limpeza ?) . No quarto, onde ficava a cama do meu avô, um dos meus tios dorme. Minha tia e a vó Glória (que No sonho é representada pela minha outra avó) almoçam na sala (sopa, se não me engano). Digo pra vovó que não posso demorar muito pois estou trabalhando. Olho no relógio e são 17 e poucos. Aí penso q devia estar escalado das 10 às 18. Muita confusão na mente. Acordei.

domingo, 13 de março de 2011

Sonhos do Éd #21 - Tiroteio em frente ao Bar do Saccone

Dia desses, num sonho, eu deslocava tranquilamente pela rua General Câmara, em Uruguaiana, em frente ao Bar do Saccone.

Trazia em minha cabeça um boné, com o logotipo da instiuição em que trabalho. Fui abordado por um cidadão, que me perguntou algo que não lembro, e eu prontamente respondi algo que também não lembro.

O cara, enquanto eu respondia, vinha encurtadno a distância, quase se encostando em mim, e eu recuava discretamente, até ele segurar firmemente minhas mãos enquanto me agradecia. Puxei bruscamente minhas mãos e disse pro cara não encostar em mim, mas ele avançou novamente, de maneira suave (um pouco putística). Porém, pra mim ficou claro que ele queria roubar a arma que eu trazia escondida comigo (nesse momento percebo então um volume em sua cintura). Então um popular avançou sobre ele e deu uma cutelada com a lateral da mão atrás de sua orelha, dizendo "Deixa o cara aí, meu !". Nisso, saco uma pistola que trazia comigo e mando o suposto puto-ladrão-de-pistola deitar no chão.  Ele obedece, para logo em seguida levantar, para então eu mandar ele deitar de novo e ele obedecer e voltar a levantar. Digo para ele deitar, senão eu atiro, ele disse que eu não iria atirar, e esboça um ataque, ao que eu pressiono o gatilho e a arma falha. Saio correndo, ele saca a arma e atira...

Inteligentemente (modéstia à parte), congelo o sonho e vejo a direção que o projétil toma, e saio para a direção contrária.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Sonhos do Éd #20 - Fuga misteriosa em São Borja

Hoje estava eu e o meu irmão (o mais velho) fugindo de dois caras,que queriam pegar dois papéis que estavam de nossa posse (mais exatamente comigo, dentro de um saquinho). Fugíamos através de terrenos baldios na quadra da casa da minha avó, lá em São Borja. Pulávamos muros e cercas fugindo dos caras.

Em determinado pátio, meu irmão entra no sótão (?) (isso mesmo, não tinha casa, era tipo uma janelinha para sótão que ficava no ar, com uma escadinha pronta para facilitar o acesso) e me chama desesperadamente para entrar lá também. Como eu já havia passado e corria em uma boa velocidade, não quis voltar (melhor separar para despistar), ao que ele me disse que os caras iriam me achar onde quer que eu me escondesse, e que deixasse os papéis escondidos em outro lugar.

Ganhei uma boa vantagem sobre os dois caras (que na verdade eu não via, apenas sentia a perseguição dos mesmos) pulando alguns muros e cercas a mais. Ainda pensei em esconder o saquinho com os dois papéis em um monte de terra, mas acabei mudando de idéia. Quando cheguei do outro lado da quadra, me escondi numa água verde de valeta, sob uns arbustos secos (submerso na água). Cumpriu-se a profecia do primogênito da minha mãe: os caras me acharam. E pediram os papéis. Eu disse que entregaria, mas queria saber o porquê de tanto desespero por esses papéis. Um dos papéis era um xerox de um diploma de curso superior em História, de 1400 e pouco (1483, se não me engano). Um dos caras (o único que apareceu no sonho) confessa então que eles eram maçons que existiam desde a criação do mundo, e começam a passar cenas da sua vida em diversos momentos, desde o início dos tempos. Neste momento eu entendi que o diploma seria uma prova de que o formado teria no mínimo uns 500 anos de idade, e ele naturalmente queria negar o acesso do grande público a essa informação.

Depois disso eu acordei.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Pochete #2

"Anônimo disse... 

Pochete é encarado como um utilitário usado por bicheiros... os quais guardam ali canetas, bloquinhos e carbono para fazerem seus jogos (...)".

Esse foi um comentário deixado por um leitor (amigo das antigas) no post anterior. Eis a minhas resposta:

"Justamente por ser um utilitário muito prático que eles utilizam.

Bicheiros e outros infratores da lei usam geralmente umas correntes que eu considero ridículas, mas aqui na capital e em outros lugares são idolatradas como um acessório "descolado"
."

Até este ponto, foi minha resposta lá naquela postagem. Acrescento também os bonézinhos tortos na cabeça, um look muito comum em em adolescentes com passagem pela FASE (FEBEM).
Correntes, bonés e outros acessórios muito comuns em cidadãos em conflito com a lei, são idolatrados por uma grande massa, sem nem ao menos haver um problematização em cima do tema. A pochete, um útil acessório (a grande maioria delas bem discretas também) é rejeitada pela grande massa também sem ser feita a mínima reflexão de porque rejeitar o acessório.

Finalizando, não me venha nenhum filho-da-puta dizer que pochete é acessório de bicheiro, pois temos diversos vestuários associados com criminosos que não são execrados. Muito ao contrário, são até idolatrados. Então, pela lógica, se refugo a pochete pelo motivo exposto, também devo evitar todos os outros acessórios vinculados aos infratores da lei.

PESSOAL, VAMOS SAIR DA MATRIX !! PENSEMOS TODOS NOS PORQUÊS DOS NOSSOS PORQUÊS !!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Pochete

Quando eu era bem pequeno, queria ter uma pochete. Até lembro que tinha uma, mas nunca usei. Nessa época (por volta de 1990), ainda se viam algumas pessoas usando pochete. É a única lembrança mais ou menos positiva que eu tenho da pochete. Eu cresci em um meio onde a pochete era considerada um horror dos horrores. Brega. Cafona. A pochete sumiu de circulação durante quase todos os anos 90 e nos anos 2000.

Confesso que essa conspiração contra a pochete era (e ainda é) tão forte que nunca, jamais, pensei em ter uma até o ano de 2010. Mais. Até o final do ano de 2010. No fim deste ano (2010) que passei a analisar mais detidamente alguns aspectos. Eu tenho 2 celulares. Mais a carteira e as chaves, já ocupa alguns bolsos da calça. Se eu estiver de bermuda, já está comprometido o transporte de todos esses elementos.

Tentei mochila, pasta (vários anos), boné (os utensílios dentro do boné), levar a carteira na cintura... Todos se revelaram um pouco inconvenientes em alguns pontos. Foi então que um belo dia, me veio um pensamento em forma de iluminação: UMA POCHETE ! Pasmem, caros leitores, eu cheguei até a pochete quando pensava em comprar um bornal de perna pra levar todos os meus apetrechos. Desisti do bornal quando vi que não poderia usá-lo com bermuda, mas ao mesmo tempo vi que uma pochete seria excelente para mim (e para muitos homens e mulheres que queiram transportar todos os itens que usamos no dia-a-dia). Eu levo meus celulares, meus cartões, dinheiro, chaves e às vezes escova de dentes dentro da minha pochete, que tem 5 compartimentos e é razoavelmente discreta. Fico com as mãos livres e os bolsos a disposição de qualquer outra coisa que queira colocar.

A pochete é um utilitário prático e barato. Mas por um motivo obscuro, a sociedade tende a querer ridicularizar as pessoas que a usam. Eu venci isso. Saí desse aplicativo da matrix e hoje posso enxergar uma pochete como um bornal de cintura, uma mini-mochila ou uma bolseta que se prende na cintura. É um utilitário. Carrega coisas, evita que a gente se esqueça de volumes em locais por onde passamos... É barata também, comprei a minha por Doze Reais (uma simpática pochete artesanal de couro, de cor preta e bem discreta).

Uma rápida pesquisa no Google nos mostra alguns textos falando sobre a pochete. Digite "pochete" no Google. O primeiros resultado (http://homem.org/estudo-de-caso-a-pochete) traz este trecho:

" (...) Foi no final dos anos 70 que algum pesquisador (e não um estilista) adaptou um objeto que vinha de tempos antigos e solucionou de vez o problema, criando a pochete. O que o homem quer é manter os seus apetrechos à mão e de maneira que ele não os esqueça nos lugares onde vai. Carregar suas coisas na cintura sempre foi uma prerrogativa masculina. Ícones de macheza usaram formas primitivas ou especializadas de pochete: os caubóis e suas cartucheiras; os espadachins e suas bainhas; os mercadores medievais e suas bolsas de moedas de ouro presas ao cinto e até mesmo o Batman (o original de Bob Kane e não o Batiman-Feira-da-Fruta interpretado pelo Adam West), com o seu cinto de utilidades."

E este, ainda:

"Mas ainda temos uma última esperança. Do jeito que a coisa vai, muito em breve homens heterossexuais serão extremamente raros em nosso planeta. Neste dia, um homem portando uma pochete será identificado imediatamente como heterossexual genuíno e será disputado por mulheres desesperadas, que lhe oferecerão sexo em abundância em troca de furos na parede, trocas de pneus e assassinatos de baratas."

Alguns outros sites (como este: http://colunistas.ig.com.br/bombom/2009/11/19/a-volta-da-pochete/ e este também:

Os links que falam sobre moda, qualificam a pochete de "brega", "cafona" e outros adjetivos. Porém, as pochetes lançadas por estlistas famosas são "simpática bolsinha" e "utilitário fashion". A moda é um grande exemplo da manipulação da mente consumista da população. Pessoas que nao conhecemos dizem que tu deve usar a roupa "x" e "y". E que os acessórios "n" e "z" são ridículos, mesmo que nos sintamos bem usando os acessórios ridículos. E o pior de tudo, é que a maioria da populção comprará a idéia e passará a ostilizar quem está "fora da moda".

Eu não sei se a pochete voltará à moda ao não, mas seguirei usando, pois tem sido de grande utilidade para mim.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Os celulares do Éd

Comprei meu primeiro celular em 2003. Era um Ericsson DH 668, custou R$ 100 e veio com o mesmo valor em créditos. Não mandava nem mensagens SMS, mas recebia. Era da operadora Claro. Ele me durou quase um ano, aí teve problemas na bateria, e saíu mais em conta comprar um novo.

Comprei então um Nokia 3310 cor gelo. Era o ano de 2004 e marcou a minha estréia com a tecnologia GSM. Era da operadora TIM. Logo que comprei ele, sua bateria chegou a durar 8 dias sem recarregar. Lá pelos idos de Outubro de 2006, acabei perdendo esse número por ficar sem recarregar (o número voltou a ativa depois de um tempo, mas eu acabei danificando o chip com um dente de tubarão, dentro da carteira).

Em 2007, achei que era hora de entrar na era dos celulares com câmera. Comprei um Motorola V220 por 150 pila de um conhecido. Era um celular muito bom pra época, tinha vários recursos e a câmera dele era boa. Pena que não filmava. Ele deixou de funcionar em Fevereiro de 2009. Tive então que pegar emprestado um Sony Ericson t230, que tava com problemas no microfone: Eu falava e do outro lado da linha as pessoas não ouviam.

Poucas semanas depois, comprei por R$ 15 um Siemens E60 de um vizinho. Era um celular exatamente como eu na época: Pobre e sem recursos. Ele se rendeu em Outubro do mesmo ano (coincidentemente, na mesma época em que comecei a prosperar profissionalmente), dando lugar ao Sony Ericson w200i, que ainda conservo em meu poder. Este foi o primeiro celular com câmera que filma que eu consegui. A câmera dele tem uma qualidade boa para a época em que foi fabricado. Ele vinha sendo meu único celular até eu voltar a estabelecer residência na capital do Rio Grande do Sul, quando tive que comprar um chip e um celular pra área 51 (DDD). Comprei um Chocolatinho Nokia 1616 que só rodava na frequência da vivo. Tive que me desfazer dele, pois migrei o número para a Oi.

No mesmo dia que saiu a portabilidade, ganhei um chip da Oi, para falar 3 meses de graça. Fiquei então com 3 números de celular. Foi aí que entrei na era dos celulares Dual Chip, com o atual Motorola EX 115.