terça-feira, 30 de agosto de 2011

Jornal do Almoço

Esses dias fui parado por um repórter da RBS TV enquanto passeava pela Rua da Praia, aqui em Porto Alegre. Ele disse que estavam fazendo uma matéria sobre infertilidade e precisavam que eu fizesse uma pergunta. Na hora me dei conta que o meu desconhecimento sobre o assunto era tamanho que não tinha nenhuma dúvida. Antes que eu expressasse meu total desconhecimento sobre o tema, o repóter me mostrou uma lista com perguntas e perguntou se eu poderia ler a pergunta 7. Fiz a pergunta e apareci no Jornal do Almoço 2 dias depois.

Após esse incidente, fiquei pensado em todas as vezes que vi matérias com dúvidas do povo na TV. Na verdade as dúvidas não são do povo, e sim direcionadas pela reportagem, que manipula as perguntas da forma que bem entender.

http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=202604&channel=45



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Sonhos do Éd #23 - Acidente aéreo

Estava eu e uma amiguinha uruguaianense passeando num campus de uma universidade. Repentinamente digo para ela que preciso falar-lhe em local seguro. Tomamos o rumo o hotel onde estávamos hospedados(dentro da faculdade), mas acabamos entrando em um avião, onde a minha amiguinha se transforma em outra conhecida (que por sinal nunca mais vi, na vida acordada). Fico de pé, nos fundos do avião, me segurando. O avião levanta do chão mas não consegue ganhar altitude, caindo no rio Guaíba. Uma mulher sentada à minha esquerda narrou tudo o que iria acontecer.

Fomos parar numa ilha deserta, com o avião partido em dois. Surgem tropas no horizonte e começam a atirar. Me escondo e fico vendo projéteis de .380 se acumularem na fuselagem do avião Os sobreviventes começam a fugir desordenadamente. Tento fugir e sou capturado por uma mulher com uma arma longa (não lembro se fuzil ou espingarda). Viro escravo. Minha tarefa (que foi passada pela muher) é recolher projéteis do chão. Pergunto pra mulher se só os calibre .380 ou os 762 também. Ela imediatamente mete a arma na minha cabeça e pergunta algo do tipo "Tá de brincadeira comigo ?". Em seguida, ainda com a arma na minha cabeça, ela disse que eu estava pensando em uma colega (não, eu não estava, talvez ela tenha querido dizer que ela estava pensando em mim) ao mesmo tempo que se materializa a citada e mais uma pessoa. A combatente diz então que precisamos fazer um ritual com uma flanela (flanela que por sinal é minha na vida real).

[CONTEÚDO OMITIDO].

Feito o ritual, me afasto pelos campos, enquanto toca a música "It's a Long Road", de Dan Hill (do filme Rambo I).

Chego em uma floresta. Estou fugindo. Militares vietnamitas perseguem eu e meu irmão mais novo (sim, ele apareceu agora). Dois deles conseguem nos alcançar. Porém, Andrey ainda consegue fugir através de um alçapão cheio de bananas embaixo de uma moita, que dava para outra dimensão. Eu fico para enfrentar os vietcongues que se tranformaram em monstros. Entretanto, eu havia ganho os poderes do Sub Zero do Mortal Kombat 3 (de congelar os oponentes), o que não impediu de machucar a mão, devido ao ataque de um dos monstros com a sua adaga. Depois disso eu acho que acordei, com a mão doendo.

Sonho do dia 04/08/2011.


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Tipos típicos porto-alegrenses #1 - O cheirador-de-cú

Tenho notado, em minhas andanças na capital, que existem várias figuras típicas desta metrópole gaúcha. Uma figura que em especial me incomoda é este que uso pra inaugurar mais uma série nesse blog: o cheirador-de-cú.

Esse Tipo é um cara que faz questão de estar com a narina dele na linha do cú da pessoa da frente. E bem perto. E tenho a leve impresão de que só acontece comigo. Ou só eu noto. Ou só eu tenho a coragem de falar. E escrever também.

O cheirador-de-cú chega a enrolar uns segundos antes de pisar na escada rolante, só pra ter um enquadramento perfeito de narina-cú. Esta técnica é bastante irritante, pois se torna claro que o único objetivo dessa mente doentia é conseguir esse alinhamento perfeito Já vi uns que correram pra não perderem tal enquadramento.

Ele nem sempre anda sozinho. Aliás, às vezes tambén é ela. Mas as mulheres são a minoria nesta incômoda categoria. Já tive o desprazer de encarar uma escada rolante lotada com um casal alegremente bem posicionado para aspirar meus odores anais.

Esse tipo típico anda principalmente pelos shoppings da capital.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Pós-Graduação

Este mês iniciei uma pós graduação, a nível de Especialização (Lato Sensu), em Metodologia do Ensino de Filosofia e Sociologia, curso este da Uniasselvi.

Eu sempre fui um entusiasta do EAD (Ensino a Distância). Desde os tempos da faculdade (que era presencial) eu já me identificava com esse tipo de metodologia dizendo que perdia tempo indo na aula enquanto eu poderia estar em casa estudando. Até acho que já escrevi sobre isso, há alguns anos, aqui mesmo neste blog.

Tive a oportunidade de realizar vários cursos EAD, mas este é o primeiro na modalidade em nível acadêmico. Este curso oferecido pela Uniasselvi contará com aulas totalmente on-line, DVD com vídeo-aula, material impresso e ambiente virtual com material de apoio. Precisarei me deslocar até o pólo somente para as avaliações finais e apresentação do TCC.

Como em várias outras coisas que fiz na minha até o momento curta vida, recebi duras críticas de pessoas que me conhecem e não têm uma capacidade razoável de raciocínio, e pensam que as pessoas têm que conhecer e trabalhar em apenas uma área, não podendo ter gostos diversos e exercer múltiplas funções na vida.

Outra coisa que eu sempre disse que pretendia fazer uma pós na área de filosofia, após formado. Pois aí está. Mais uma etapa iniciada. Rumo ao mestrado.

Link para a página do curso: http://www.uniasselvipos.com.br/hp-2.0/cursos/cursos_ler.php?codi=MFS