sábado, 24 de março de 2012

His(Es)tórias do Éd #2 - A gorda que chamou um lutador de covarde

Oscar de la Hoya foi um grande boxeador. Fez grandes combates e procurava sempre as melhores lutas. Ele falou certa vez que não aceitava que alguém dissesse que determinado lutador não tinha "fibra". Ele justificou citando que não importa se o lutador é um campeão do mundo ou um lutador de 4 rounds, pra subir em um ringue e lutar,  há que se ter fibra.

Eu concordo com ele. Covardes não lutam. Um cagão entraria em um ringue no máximo para dar instruções para seu atleta. Certa feita estava eu em viagem pelo RS, assistindo a uma luta na arquibancada de um ginásio, quando uma gorda (que eu já conhecia previamente) de mais de 100 kg chamou um determinado lutador de covarde. 

O referido lutador não tinha potencial ofensivo ante um oponente que dominava o combate. Faltou atitude ofensiva, eu diria. Mas o fato dessa gorda chamar o lutador de covarde me irritou profundamente na época, tanto que escrevo estas linhas mais de 3 anos após o fato.

É muito fácil uma pessoa que jamais se animou a lutar, rotular alguém como "covarde", enquanto esse alguém expõe a própria integridade física, em uma fria noite de Agosto. Mais fácil ainda é dizer isso bem agasalhado, no lado seguro das cordas (o lado de fora), e mentir para as amigas da cidade que está se preparando para estrear nos ringues (fato até o momento que escrevo esta linha não concretizado).

A crítica é algo muito fácil e muito comum. Tão fácil e comum que faço uma crítica direta neste texto. O que me revolta é o fato de uma pessoa não ter a mínima condição sequer de comentar a respeito de um assunto, fazer uma crítica grave.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Sonhos do Éd #26 - Se cagando em sala de aula

Esses dias sonhei que me caguei em sala de aula, na frente de todos. A sala era na cozinha de uma antiga residência minha em São Borja. O professor me pergunta algo sobre escravidão (era uma aula de português). Eu puxo um papelzinho e começo a explanar sobre o assunto, em pé, à frente da classe, juntamente com mais uma colega.

Eu vestia uma camiseta branca sem estampa e uma bermuda de cestão, que eu usava no fim dos anos 90 (justamente quando morava nessa casa). De repente, tento acomodar um peidinho de forma q ele saísse sem ruídos. Discretamente dou um passo para trás. Foi a minha falha. Acabo despejando uma enorme massa fecal (que atravessou a bermuda) no chão. Imediatamente o professor faz uma cara de estranheza, e diz que eu posso prosseguir com a explicação, se quiser. Saio rapidamente pra pegar um pano e um balde para limpar a sujeira, antes que alguém perceba. Quando estou chegando com o pano, uma colega salta a bosta gritando "Ai que nojo!" Tento limpar rapidamente o chão. 

Acordei.