quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Sonhos do Éd #31 - Projeto na Fábrica da GM

Eu estava em uma reunião da GM, em Antares (aquela do Érico Veríssimo). A GM iria lançar um projeto, não ficando bem claro no sonho o objetivo do projeto, nem mesmo o que seria ele. Mas eu estaria neste projeto, e viveria na fábrica por algum tempo, como se fosse um reality show, só que sem audiência. Na reunião, foi dito que o único carro que era produzido em Antares era um buggy, e que após o projeto, a fábrica se mudaria para Quaraí, pois a GM só podia ter uma fábrica em cidadezinhas, ou algo parecido com isto.

Corta a cena e eu estou na fábrica da GM em um cubículo, pouco maior que um armário. Meu irmão (o mais velho) está um cubículo abaixo, como se fosse em um beliche. Uma TV passa a "Sessão Irlandês" (se não me falha a memória é esse o nome) que é uma sessão de filmes tipo o extinto Força Total, só que passa exclusivamente filmes de ação em que irlandeses são os "mocinhos".

Resolvo ir dormir. No meio do sono, sinto terrível falta de ar, que ao que parece, fazia parte do projeto. Corta a cena e eu agora sou um colega de trabalho, sendo levado em um elevador por um funcionário da fábrica (de jaleco branco, que nem nos comerciais). Estou sendo (meu colega) levado em um elevador, para um andar alto, porque cometi uma infração disciplinar (parece que eu xinguei alguém durante a falta de ar) e vou ser ouvido por algum chefão. Quando chegamos ao andar em que vou ser ouvido, é um andar aberto, que dá vista para várias escadas rolantes no interior da fábrica. Eu volto a ser eu novamente. Não há ninguém além de mim neste andar. São quase 7 da manhã.

Decido então cantar a música Caçamba, do grupo Molejo (descobri pois pesquisei no Google depois que acordei), como forma de protesto. Logo na primeira frase um encarregado de disciplina do Projeto ouviu e olhou pra cima, dando um leve sorriso. Surpreendentemente, no sonho sei toda a letra da música e sigo cantando, a medida que estagiárias e funcionários saem do trabalho e outros chegam para trabalhar. As escadas rolantes, lá pela metade da música, parecem um formigueiro de tanta gente, todos sambando e curtindo muito a minha atuação musical.

No finzinho da música, já estou em um shopping (provavelmente em Porto Alegre) em uma fila pra comprar suco. Atrás de mim, uma fila para comprar sorvete. Na fila do sorvete, um cara faz o acompanhamento no cavaquinho. Chega minha minha vez na fila. Já parei de cantar. E agora, suco ou sorvete ? Refrigerante, eu decido, antes que o atendente possa me perguntar.