terça-feira, 3 de agosto de 2010

Sonhos do Éd #9 - Shineray

Hoje sonhei que andava em uma moto Shineray 150 cc. Daquelas que parecem uma XL. Aparentemente era minha a moto. Eu subi em cima da moto e comecei a perguntar para um conhecido, como que ligava e andava. Não consigo recordar quem era o conhecido. Só lembro que ele me criticava porque não conseguia apertar um botão, girar o acelerador e apertar o freio e a embreagem, tudo ao mesmo tempo. Depois dele exemplificar mais uma vez, consegui reproduzir o exemplo do professor e começo a andar. Neste momento, se materializa uma jovem moça, morena "cor de cuia", como dizem aqui na região. Muito linda, por sinal. Desse momento em diante eu já sei que estou levando ela para um determinado local (creio eu que fosse a casa dela).
Começo então a engatar as marchas e acelerar, mais ou menos como se dirige carro, porque no sonho o meu instrutor não me ensinou a dirigir, apenas a ligar a moto. O estranho de tudo é que eu estava conseguindo dirigir a moto, embora na vida real não saiba. Em um determinado momento, fui entrar na rua Eustáquio Ormazabal (em Uruguaiana, antiga 24 de maio) no sentido bairro-centro e não conseguia olhar para a direita. Quando tentava olhar (não conseguia girar a cabeça completamente para esse lado) aparecia um bloqueio preto, como se fosse um véu negro lançando maldições ao novo motociclista. Meti uma segunda e fiz a conversão mesmo assim, torcendo para não ser abalroado. Escapei ileso da minha primeira curva. Subindo a 24, percebia uma coisa que sempre percebo quando estou andando de moto (só ando de carona, obviamente): É divertido andar, mas em qualquer acidente os danos físicos são numerosos.
Chegando ao destino da morena dos lindos cabelos negros e lisos, para minha supresa, já são duas mulheres que desceram da moto, a segunda tendo a pele um pouco mais clara e aparentando ter uns 15 anos (chutei essa idade no sonho). Outro detalhe interessante é q estacionei a moto direto na sala, sem precisar passar por portas ou janelas, pois me materializei lá dentro.
Depois de alguns sorrisos e amenidades das duas morenas, já não lembro de mais nada do sonho.

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