Após 626,5 km percorridos, mais uma vez chego em Porto Alegre, desta vez para ficar morando por uns tempos.
Amanhã retorno ao trabalho e hoje já comecei o treinamento da Nobre Arte aqui na capital. De diferente: o meu celular agora faz um barulhinho moderno quando ligo ele (ele começou a fazer esse barulho lá perto de São Gabriel) e o Shampoo de Damasco que tenho usado nesses primeiros dias de Mui Leal e Valorosa cidade.
"Acho que ninguém cria uma música. Ela já existe. Ela flutua aqui, passa pelas paredes, fica atrás das cortinas... vai a toda parte. Eu me vejo como uma antena receptora." - Keith Richards falando sobre o seu processo criativo em entrevista para Bruna Lombardi, em 1993. Eu não entendo nada de música. Não tenho ouvido para identificar as notas e nem toco nenhum instrumento musical. O máximo que já consegui foi soprar uma flauta doce e emitir algumas notas desafinadas. Entretanto, eventualmente eu consigo perceber rudimentos de música em eventos do cotidiano. Talheres caindo, batidas na porta e até mesmo peidos. Talvez a música esteja mesmo no ar. Eu já dei um peido, por exemplo, que soou como algumas notas iniciais de Entre Dos Águas , de Paco de Lucía. Outra vez eu presenciei um colega batendo em uma porta que soou como a introdução de Olhar 43 , do RPM. Dia desses eu estava indo para academia. Um pouco antes de chegar, vi uma senhora andando na minha frente, junto com uma cr...
Comentários
Bom... fiquei curiosa sobre o xampu de damasco!
É que quando tu saiu daqui tu nem tinha cabelo. Pra quê xampu? Parece aquela síndrome de acidentado que perde a perna, mas segue sentindo cócegas no pé!
Deu saudade de PoA! Tô contando os dias pra chegar as férias e ir prestasbanda!
O Luiz vai palestar no Memorial dia 25. Se der, vai lá prestigiar e ser prestigiado!
Onde vai ser a palestra ?