Pular para o conteúdo principal

Os celulares do Éd

Comprei meu primeiro celular em 2003. Era um Ericsson DH 668, custou R$ 100 e veio com o mesmo valor em créditos. Não mandava nem mensagens SMS, mas recebia. Era da operadora Claro. Ele me durou quase um ano, aí teve problemas na bateria, e saíu mais em conta comprar um novo.

Comprei então um Nokia 3310 cor gelo. Era o ano de 2004 e marcou a minha estréia com a tecnologia GSM. Era da operadora TIM. Logo que comprei ele, sua bateria chegou a durar 8 dias sem recarregar. Lá pelos idos de Outubro de 2006, acabei perdendo esse número por ficar sem recarregar (o número voltou a ativa depois de um tempo, mas eu acabei danificando o chip com um dente de tubarão, dentro da carteira).

Em 2007, achei que era hora de entrar na era dos celulares com câmera. Comprei um Motorola V220 por 150 pila de um conhecido. Era um celular muito bom pra época, tinha vários recursos e a câmera dele era boa. Pena que não filmava. Ele deixou de funcionar em Fevereiro de 2009. Tive então que pegar emprestado um Sony Ericson t230, que tava com problemas no microfone: Eu falava e do outro lado da linha as pessoas não ouviam.

Poucas semanas depois, comprei por R$ 15 um Siemens E60 de um vizinho. Era um celular exatamente como eu na época: Pobre e sem recursos. Ele se rendeu em Outubro do mesmo ano, dando lugar ao Sony Ericson w200i, que ainda conservo em meu poder. Este foi o primeiro celular com câmera que filma que eu consegui. A câmera dele tem uma qualidade boa para a época em que foi fabricado. Ele vinha sendo meu único celular até eu voltar a estabelecer residência na capital do Rio Grande do Sul, quando tive que comprar um chip e um celular pra área 51 (DDD). Comprei um Chocolatinho Nokia 1616 que só rodava na frequência da vivo. Tive que me desfazer dele, pois migrei o número para a Oi.

No mesmo dia que saiu a portabilidade, ganhei um chip da Oi, para falar 3 meses de graça. Fiquei então com 3 números de celular. Foi aí que entrei na era dos celulares Dual Chip, com o atual Motorola EX 115.

Comentários

Carlos Bebetinho disse…
Nenhum desses celulares chega aos pés daquele modelo da motorola, se não me engano, o a1200, que tem dois processadores.

Postagens mais visitadas deste blog

O agarrar não tem fim. O soltar sim.

 "(...) a felicidade é apenas uma forma refinada de sofrimento. O sofrimento em si é a forma grosseira. Você pode compará-los a uma cobra. A cabeça da cobra é a infelicidade, a cauda da cobra é a felicidade (...) mesmo se você segurar a cauda, ela irá se voltar e mordê-lo do mesmo jeito, porque ambos, a cabeça e a cauda, pertencem à mesma cobra." - Ajahn Chah, monge budista  da Tradição das Florestas do budismo Theravada. Vi uma postagem em rede social de uma estampa de camiseta. A imagem da estampa era uma cobra mordendo o próprio rabo, com a seguinte citação: "para cada fim, um novo ciclo". A posição da cobra formava o símbolo do infinito. Não reproduzo a imagem aqui por questões de direitos autorais e por não querer causar nenhum tipo de perturbação ao autor. Muito provavelmente a pessoa que criou a estampa, pensou na tristeza dos finais de ciclo e na esperança dos inícios, das novidades.  Algo como:  "Que pena, acabou :(".  "AIQSHOW, um novo ciclo...

Medo de Peidar Distraído

Tem um vídeo do antigo programa "Matador de Passarinho", apresentado pelo cantor Rogério Skylab, onde ele fala de um medo muito específico dele: cair na rua. Resumidamente, ele afirma que anda muito sozinho e se cair no chão (na rua), pode ser enterrado como indigente, por não andar em grupo e não ter outras pessoas para auxiliá-lo. Confira o trecho abaixo: Eu considero o pavor dele legítimo. Inclusive tenho um temor parecido, mas muito mais provável de acontecer. Eu tenho medo de peidar distraído. Naturalmente perco a atenção muito fácil, seja com pensamentos, com barulhos ou qualquer outra coisa. Aprecio muito estar só e quieto. Em silêncio no silêncio. Também passo muito tempo em casa e evito ao máximo compromissos sociais. Então naturalmente passo bastante tempo sozinho ou na agradável presença da minha esposa. Em qualquer das duas hipóteses, eu peido sem constrangimentos. Juntando o hábito de peidar à vontade com a distração, se arma uma bomba-relógio prestes a explodi...