Pular para o conteúdo principal

Vestibular

Iniciei este mês as aulas do curso de Letras, da Anhanguera. Fiz o vestibular no dia 29 de Junho, onde escrevi a redação mais abaixo em cerca de 1 hora e saí às pressas, pois tinha uma rústica para correr.

Após um texto de Diogo Schelp, da Revista Veja,  a seguinte pergunta ditava o tema da redação: Amizade Virtual: Sinal positivo ou negativo dos tempos modernos ?

As Amizades Virtuais e seus Reflexos Positivos na Sociedade

As redes sociais vieram para ficar. Elas são uma realidade da nossa sociedade atual. Neste nosso mundo globalizado, tudo e todos estão conectados.

Um reflexo dessa globalização em tempos de internet são as amizades virtuais. Explico: pessoas a quem consideramos amigos sem, no maior das vezes, conhecer pessoalmente. A amizade virtual não é um fenômeno tão recente quanto os famosos Facebook e Orkut. Este fenômeno nos remete aos primórdios da "www ", quando surgiram as salas de chat e o ICQ, onde era possível conhecer pessoas de todos os cantos do mundo.

Atualmente, em um site como o Facebook, é possível criar grupos de dicussão sobre inúmeros temas. Sua faculdade, pessoas que já leram Nicholas Sparks, sobre esportes, entre outros. Além disso, inúmeros fóruns sobre as mais diversas temáticas se multiplicam na internet. Desta forma, uma pessoa que leu e adorou "Um Amor Para Recordar" pode residir em Porto Alegre e discutir sobre o livro com um morador de Manaus e desta forma criar uma amizade.
Por outro lado, alguns podem alegar que certas pessoas se cercam de amigos virtuais e se fecham ainda mais para o "mundo real". É verdade. No entanto, julgamos que isso seja pouco para afirmarmos ser um sinal negativo.

Ante o exposto, em linhas gerais, afirmamos que as amizades virtuais são sim, um sinal positivo dos tempos modernos, a depender, é claro, do uso que se faça das ferramentas de tecnologia que a proporcionam e da forma como lidamos com os reflexos proporcionados por elas.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O agarrar não tem fim. O soltar sim.

 "(...) a felicidade é apenas uma forma refinada de sofrimento. O sofrimento em si é a forma grosseira. Você pode compará-los a uma cobra. A cabeça da cobra é a infelicidade, a cauda da cobra é a felicidade (...) mesmo se você segurar a cauda, ela irá se voltar e mordê-lo do mesmo jeito, porque ambos, a cabeça e a cauda, pertencem à mesma cobra." - Ajahn Chah, monge budista  da Tradição das Florestas do budismo Theravada. Vi uma postagem em rede social de uma estampa de camiseta. A imagem da estampa era uma cobra mordendo o próprio rabo, com a seguinte citação: "para cada fim, um novo ciclo". A posição da cobra formava o símbolo do infinito. Não reproduzo a imagem aqui por questões de direitos autorais e por não querer causar nenhum tipo de perturbação ao autor. Muito provavelmente a pessoa que criou a estampa, pensou na tristeza dos finais de ciclo e na esperança dos inícios, das novidades.  Algo como:  "Que pena, acabou :(".  "AIQSHOW, um novo ciclo...

Medo de Peidar Distraído

Tem um vídeo do antigo programa "Matador de Passarinho", apresentado pelo cantor Rogério Skylab, onde ele fala de um medo muito específico dele: cair na rua. Resumidamente, ele afirma que anda muito sozinho e se cair no chão (na rua), pode ser enterrado como indigente, por não andar em grupo e não ter outras pessoas para auxiliá-lo. Confira o trecho abaixo: Eu considero o pavor dele legítimo. Inclusive tenho um temor parecido, mas muito mais provável de acontecer. Eu tenho medo de peidar distraído. Naturalmente perco a atenção muito fácil, seja com pensamentos, com barulhos ou qualquer outra coisa. Aprecio muito estar só e quieto. Em silêncio no silêncio. Também passo muito tempo em casa e evito ao máximo compromissos sociais. Então naturalmente passo bastante tempo sozinho ou na agradável presença da minha esposa. Em qualquer das duas hipóteses, eu peido sem constrangimentos. Juntando o hábito de peidar à vontade com a distração, se arma uma bomba-relógio prestes a explodi...