quarta-feira, 14 de julho de 2010

Sonhos do Éd #7 - Rambo II

Esse sonho é de 06/07/2010.
Eu morava em um barco ancorado no meio de um rio, perto de um pântano. Era eu nada menos que o Rambo, no segundo filme da série. Trajava uma calça camuflada e estava sem camisa, com uma faxinha na cabeça, e era exatamente como o personagem do Stallone neste filme. Só que enquanto se passava o sonho, eu sabia que eu estava "Rambo II" (e não igual a Stallone ou Rambo).
O país onde o barco estava se encontrava em guerra. Não sei que país era, nem contra quem era a guerra, mas ela estava acontecendo, e eu sabia disso no sonho. A embarcação que eu morava foi invadida e toda tripulação foi morta, pelo Cel. Trautman jovem, que trajava camiseta cinza e calça preta, meio num estilo anos 50/60, e por outros caras, que queriam me matar. Consegui fugir. Um dos tripulantes do barco não teve a mesma sorte minha e dos outros, e teve seu cú comido pelo Cel. Trautman jovem.
Tentei (Rambo II) um contra-ataque logo que escureceu, mas fui repelido, e tive que pular do barco para um barro (tipo aqueles de catar caranguejo) que estava à esquerda do navio. Neste barro, encontro algumas pistolas PT-940, que deveriam ser oriundas da guerra que estava acontecendo no local.
Resolvi então esperar amanhecer para voltar ao barco. Não recordo o porquê, mas tinha certeza de que ao amanhecer, tomaria o barco-casa pacificamente. Fico à espreita então, à retaguarda do barco. À esta altura, aliás, já não era mais uma embarcação, e sim uma casa, e o rio se havia transformado em um gramado, aos fundos da casa.
Já dia claro, chegam em casa, pelos fundos, Thaline, Francisco (este chega fazendo positivo), Dione e Eduardo (todos amigos boxeadores na vida real), todos eles devidamente abrigados com os agasalhos da Duzac Boxe (estavam chegando de um evento de boxe em outra cidade). Faço sinal de silêncio (a esta altura, eu já estava em meu corpo), mas já era tarde. Luciano Romeiro (outro amigo da academia) já estava batendo na porta. Acelero o passo então e entro na casa, dizendo ao Cel. Trautman jovem: "Eu disse que entraria aqui de cabeça erguida!". Nisso, vou até um fuzil (SAR, FAL ou AR-15, não recordo exatamente qual), pego-o e faço mira em uma árvore. Não atiro pois há uma criança de vestido vermelho perto dessa árvore. Olho em todas as direções, e em nenhuma delas posso disparar, pois há casas e pessoas ao longe. Miro então na guriazinha do vestido vermelho e atiro, pois nesse momento é revelado que a arma é um fuzil de paint-ball. Dou uma rajada na menina, e começo a disparar em tudo e em todos, em um clima de muita diversão.

Nenhum comentário: